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Pastor evangélico é preso acusado de abusar sexualmente de mulheres e crianças

 


Prisão temporária foi decretada, pois ele pretendia fugir do Rio de Janeiro para Brasília

O pastor evangélico Sérgio Britto foi preso temporariamente , após ser acusado de abuso sexual por pelo menos cinco mulheres, na Baixada Fluminense. O homem usava técnicas de hipnose para adormecer as vítimas.


O pastor evangélico Sérgio Britto foi preso temporariamente, após ser acusado de abuso sexual por pelo menos cinco mulheres, na Baixada Fluminense. O homem usava técnicas de hipnose para adormecer as vítimas.

Esta mulher, que não quer ser identificada, conta como foi abusada. "Ele falou assim: 'Agora, eu vou abaixar a iluminação. Você vai precisar tirar sua blusa, tirar sua calça e deitar de calcinha e sutiã no sofá'". De repente, ele começou a descer, passar a mão no meu corpo. Achei aquilo esquisito. Então, eu abri os olhos e, quando eu abri os olhos, ele estava só com cueca", conta.

O relato desta outra vítima é ainda mais revoltante: "Quando eu acordei, ele tava com a mão dentro da minha... Das minhas partes íntimas".

O preso também atuava como psicanalista. De acordo com a polícia, os crimes eram praticados na clínica dele em Magé. O pastor alegava usar técnicas estrangeiras em nome de Deus, como disse a uma paciente que gravou a conversa.

"Essa técnica não é daqui do Brasil. Eu fiz pesquisas e trouxe algumas técnicas e, há 17 anos, muitas pessoas têm ficado bem". Ainda na ocasião, o pastor pontuou: "tudo que eu faço o meu Deus é minha testemunha. Meu maior objetivo é deixar a pessoa bem".

Na semana que vem, outras vítimas devem ser ouvidas na delegacia, entre elas uma menina de 12 anos. Segundo as investigações, o pastor pretendia fugir para Brasília e, por isso, teve a prisão temporária decretada.

"Ele fazia um trabalho de hipnose. As vítimas dormiam durante a sessão, quando acordavam estavam nuas com ele abusando dessas vítimas. Então, ele vai responder por estupro de vulnerável, cuja pena é até de 15 anos de reclusão", afirma o delegado Ângelo Lages.

A defesa de Sérgio Britto disse que, por enquanto, não vai comentar o caso. Já a Assembleia de Deus afirmou que irá analisar quais as providências serão tomadas.

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