| FOTO.Deputado Federal Lúcio Vieira Lima e seu irmão Geddel Vieira Lima ambos políticos da Bahia Obs. Gedel está preso e Lúcio sendo investigado |
O pleito eleitoral deste ano vai reacender as discussões em relação às candidaturas de familiares de políticos. Para uns a indicação de irmãos, filhos, maridos e mulheres de ocupantes de cargos eletivos
soa como uma maneira de perpetuação de poder, já que na maioria dos casos, o grau de parentesco vale muito mais que a sigla partidária.
Para outros, uma tentativa legítima de lançar novos nomes na disputa eleitoral. O certo é que as oligarquias
familiares dos políticos, continuam mantendo viva a tradição de indicar herdeiros para continuar no Poder.
E para isso, não há regras: é uma tradição que passa de pai para filho, marido para esposa ou entre irmãos. Um verdadeiro “negócio de família”. A prática, não vem de agora, mas é, a cada eleição, acentuada.
Segundo o cientista político Vitor Sandes, apesar de não ter dados científicos sobre o tema, essa é uma prática comum, em todo o país. . “É comum que os políticos tradicionais
direcionem seus parentes de forma a garantir a perpetuação do poder da família nos cargos eletivos e também, não-eletivos”, conta. De acordo com ele, os políticos tradicionais, através da influência, conseguem indicar parentes para ocupação de cargos político-administrativos.
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