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| Foto: NASA / Aubrey Gemignani |
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (8) que o ditador norte-coreano Kim Jong-un deve desnuclearizar o país e abandonar a postura hostil, ou corre o risco de perder "tudo".
As declarações de Trump vêm como reação ao anúncio feito na manhã deste domingo (8) pela televisão estatal norte-coreana, a KCNA, que noticiou um "teste muito importante" na base de lançamento de satélites em Sohae.
Antes disso, no sábado (7), o embaixador norte-coreano na ONU declarou que o desarmamento nuclear do país não é uma possibilidade.
Estes dois eventos sinalizam fracasso nas negociações entre Washington e Pyongyang, realizadas nos últimos dois anos e que tiveram o programa nuclear norte-coreano como pauta central.
Trump utilizou as redes sociais para responder aos anúncios norte-coreanos e relembrou o acordo firmado entre as nações, em 2018, quando Kim Jong-un se comprometeu a desnuclearizar completamente a península.
As tensões entre os países aumentaram com a proximidade do prazo de um ano, dado pela Coreia do Norte, para que Washington mude sua proposta unilateral de desnuclearização e faça um levantamento parcial das sanções econômicas impostas ao país asiático.
Kim Jong-un advertiu que poderia tomar um novo rumo, sem especificar qual, o que levantou temores de que volte a realizar testes de bombas nucleares e mísseis de alcance intercontinental, suspensos desde 2017.
Sohae, instalação onde foi realizado o teste anunciado pela Coreia do Norte, é uma das bases militares que Pyongyang havia se comprometido a fechar. Não se sabe a natureza do teste noticiado.
Em suas publicações, Trump afirmou que o líder norte-coreano não quer desgastar sua "relação especial" com o presidente dos Estados Unidos ou interferir nas eleições estadunidenses, previstas para novembro de 2020.
As declarações de Trump vêm como reação ao anúncio feito na manhã deste domingo (8) pela televisão estatal norte-coreana, a KCNA, que noticiou um "teste muito importante" na base de lançamento de satélites em Sohae.
Antes disso, no sábado (7), o embaixador norte-coreano na ONU declarou que o desarmamento nuclear do país não é uma possibilidade.
Estes dois eventos sinalizam fracasso nas negociações entre Washington e Pyongyang, realizadas nos últimos dois anos e que tiveram o programa nuclear norte-coreano como pauta central.
Trump utilizou as redes sociais para responder aos anúncios norte-coreanos e relembrou o acordo firmado entre as nações, em 2018, quando Kim Jong-un se comprometeu a desnuclearizar completamente a península.
As tensões entre os países aumentaram com a proximidade do prazo de um ano, dado pela Coreia do Norte, para que Washington mude sua proposta unilateral de desnuclearização e faça um levantamento parcial das sanções econômicas impostas ao país asiático.
Kim Jong-un advertiu que poderia tomar um novo rumo, sem especificar qual, o que levantou temores de que volte a realizar testes de bombas nucleares e mísseis de alcance intercontinental, suspensos desde 2017.
Sohae, instalação onde foi realizado o teste anunciado pela Coreia do Norte, é uma das bases militares que Pyongyang havia se comprometido a fechar. Não se sabe a natureza do teste noticiado.
Em suas publicações, Trump afirmou que o líder norte-coreano não quer desgastar sua "relação especial" com o presidente dos Estados Unidos ou interferir nas eleições estadunidenses, previstas para novembro de 2020.
BN

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