sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Adolescente é esquartejado e tem corpo enterrado no bairro de Jaguaripe, em Salvador


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Iuri Wanderson foi morto no bairro de Cajazeiras, em Salvador — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um adolescente de 16 anos foi esquartejado e teve o corpo enterrado no bairro de Jaguaripe, na região de Cajazeiras, em Salvador. Conforme a Polícia Civil, um adolescente foi apreendido suspeito de participar do crime.
De acordo com a polícia, outros suspeitos de torturarem a vítima, identificada como Iuri Wanderson, são investigados e procurados. O caso é investigado por equipes da 2ª Delegacia de Homicídios (DH/Central).
Informações preliminares apontam que o jovem foi torturado e morto por um grupo criminoso do bairro de Jaguaripe. O jovem morava no bairro da Fazenda Grande, local considerado rival pelos suspeitos.
Segundo familiares da vítima, Iuri Wanderson foi morto na terça-feira (28) após visitar a namorada, que tem 20 anos e morava na localidade de Jaguaripe.
Os familiares do adolescente contaram que Iuri Wanderson estava na casa da namorada desde a última sexta-feira (24).
O casal começou a namorar a cerca de sete meses após se conhecer em um aplicativo de namoro. De acordo com os familiares, Iuri já tinha visitado a jovem, que tem um filho de quatro anos, outras vezes e nunca tinha acontecido nada.
O corpo de Iuri foi enterrado na manhã desta sexta-feira (31), no Cemitério Quinta dos Lázaros, em Salvador.

Fotos e vídeos enviados para mãe

Ainda segundo os familiares, Iuri Wanderson chegou a mandar um áudio para a mãe, por um aplicativo de celular, pedindo socorro, momentos antes de ser torturado pelo grupo.
O adolescente também ligou para a mãe e pediu para ela chamar a polícia ou um transporte por aplicativo para resgatar ele.
De acordo com os familiares, a mãe da vítima foi até a 13ª delegacia pedir ajuda, quando recebeu uma foto de Iuri antes de ser morto e vídeos do corpo após o assassinato.
Os familiares de Iuri contam que o jovem não tem passagem pela polícia.
G1/BA

Policiais civis entram em confronto com a PM legislativa na Alba; veja


Membros da Polícia Civil invadiram o plenário; sessão extraordinária vota a PEC da Previdência estadual

Da Redação, com Hilza Cordeiro

(Foto: Hilza Cordeiro/CORREIO)
Após a fala do deputado Hilton Coelho (Psol), o clima ficou tenso na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) durante a Sessão Extraordinária para a votação da PEC 159/2020, que propõe a reforma da Previdência dos servidores públicos estaduais. Manifestantes membros da Polícia Civil invadiram o plenário e entraram em embate com a Polícia Militar legislativa. Antes, ainda durante a fala de Hilton, os manifestantes presentes na galeria jogaram ovos em direção aos parlamentares. O presidente da casa, Nelson Leal, foi atingido.
Por conta da confusão, a sessão está suspensa desde as 20h30. Por volta das 21h, o Batalhão de Polícia de Choque chegou ao local. Durante o confronto, a tribuna de imprensa também foi invadida pelos servidores que estão protestando. A categoria é contra PEC e pede ainda que seja garantido 100% da pensão por morte. De acordo com o Sinspeb, o policial civil e o penal que estão no fim da carreira recebem um salário em torno de R$ 6 mil a R$ 7 mil. Se for aplicada a média que contém na PEC, o salário será reduzido para cerca de R$ 4,5 mil do servidor que está no fim da carreira.
Na Alba, os servidores gritam para os deputados: “Vendidos! R$ 50 mil reais, R$ 50 mil reais”. O governador Rui Costa repassou essa quantia em emenda parlamentar para que os deputados comparecessem à Alba a fim de votar a proposta. Dos 63 parlamentares baianos, 55 registraram presença para discutir a pauta.
Servidores tentam impedir votação
Concentradas em frente à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), diversas categorias de servidores públicos protestaram contra a PEC 159/2020, nesta sexta-feira (31).

Ao CORREIO, o presidente da APLB Sindicato, Rui Oliveira, informou que os trabalhadores foram surpreendidos com a queda da liminar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que havia suspendido a tramitação da PEC. 
“O governador foi pessoalmente ao TJ e derrubou a liminar. E de forma inédita, porque nunca na história da Assembleia houve votação em dia de sexta. Os deputados se submeteram a isso”, disse. 
O governo tem até a meia-noite desta sexta para votar, em dois turnos, a aprovação ou rejeição da PEC. Esse é o prazo que justifica a Convocação Extraordinária feita por Rui, que antecipou a volta ao trabalho dos parlamentares.
“A nossa expectativa é de que não seja aprovada hoje, porque entendemos que o projeto tem condições de ser melhorado. Isso não precisa ser aprovado agora porque o governo tem até junho/julho para enviar a proposta para o governo federal”, afirmou Ivanilda Brito, presidente do Sindsaúde. 
Entre os grupos contrários à proposta da forma que foi discutida, e que estão presentes no local, constam representantes do Sindpoc (policiais civis), Sindmed (médicos), Sintaj (judiciário), Andes (docentes), Fenaspen (servidores penitenciários), SindSefaz (fazendários), SindSaúde, Aduneb, Sintest, entre outros.
De acordo com o representante do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc), Eustácio Lopes, com a reforma, a categoria deve perder os direitos à integralidade e paridade, que é a aposentadoria com o último salário e a validade dos ajustes salariais tanto para ativos quantos inativos, respectivamente. 
“Esses foram pontos garantidos à Polícia Militar. A gente quer para a polícia civil as mesmas garantias que foram dadas à PM. Não tem justificativa isso em cima da gente. O governo ficou com medo de uma nova greve da PM e fez uma escolha política de salvar a PM”, disse Lopes.
Para Ivanilda Brito, do SindSaúde, as mudanças no Abono de Permanência são uma ‘economia de palito’. O abono é dado ao servidor que permanece trabalhando mesmo já tendo os requisitos para a aposentadoria. 
A sindicalista diz que muitos servidores continuam trabalhando por causa desse incentivo, que atualmente é de 100%. Na nova proposta, o abono cai para 70%. “Quem é que vai querer ficar com esse incentivo baixo? Todo mundo vai querer se aposentar. Isso era o incentivo e, se acabar, não faz sentido continuar”, aponta ela.
Cerca de 300 manifestantes estão em frente à Alba com carro de som e bandeiras dos respectivos sindicatos. 
Independentemente do resultado, os sindicatos trabalhistas prometem protestar na Festa de Yemanjá, no Rio Vermelho, onde o governador Rui Costa deve apresentar a Major Denice Santiago, que comanda a Ronda Maria da Penha, como pré-candidata à prefeitura de Salvador pelo PT.
Correio

Lorena Vieira, esposa de Rennan da Penha, diz ter sido vítima de racismo em agência do Itaú



Portal Forum - A influenciadora e empresária Lorena Vieira, esposa do DJ Rennan da Penha, denunciou um caso de racismo que aconteceu ao tentar movimentar sua conta no Banco Itaú nesta quinta-feira (30). Funcionários chamaram a polícia alegando que ela estava cometendo fraude.
“Fui retirada do banco Itaú pela polícia civil. Humilhada e esculachada. Por minha conta receber um bom dinheiro. E segundo eles, é FRAUDE E MAIS VÁRIAS COISAS. Meu dinheiro está PRESO e eu quase fui PRESA por NADA!!!!!! Não é pq eu sou preta e humilde que eu sou criminosa!!!”, denunciou em suas redes sociais.
Segundo ela, os funcionários do banco a fizeram esperar até o final do expediente bancário para, então, chamarem a polícia. “Itau e seus funcionários, racistas ou não? Preconceituosos ou não? Me fizeram esperar até o banco fechar, dizendo q estavam resolvendo meu problema é CHAMARAM A POLÍCIA??????”, publicou
Portal forum

Número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil chega a 12, diz Ministério da Saúde

Número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil chega a 12, diz Ministério da Saúde
Foto: Reprodução / G1

Chegou a 12 o número de casos suspeitos do coronavírus no Brasil. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde durante coletiva nesta sexta-feira (31).

O MS recebeu 66 notificações referentes a infecções respiratórias até o meio dia desta sexta. Os casos podem ou não ser enquadrados como suspeitos de coronavírus.

Cinco estados estão com pacientes em investigação médica. São eles: Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Este último contabiliza o maior número, com cinco casos.

O caso de Minas Gerais, o primeiro suspeito, foi descartado na tarde desta sexta após testes realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A partir da próxima semana outras duas entidades passarão a realizar testes para o coronavírus, o Instituto Adolfo Lutes em São Paulo e o Instituto Evandro Chagas no Pará.