domingo, 3 de maio de 2020

Alagoinhas inaugura UPA 24h; unidade será referência para pacientes com Covid-19


Alagoinhas inaugura UPA 24h; unidade será referência para pacientes com Covid-19
Foto: Divulgação
Após 12 anos, a  Unidade de Pronto Atendimento 24 horas (UPA) de Santa Terezinha foi finalmente inaugurada nessa quarta-feira (29), em Alagoinhas. O espaço estará aberto a partir desta segunda-feira (4), como mais um equipamento de saúde pública para somar no combate à disseminação do coronavírus na cidade.

Iniciada em 2012, a obra saiu do papel após readequações completas na estrutura. Entre repasses do governo federal e contrapartida municipal, aproximadamente R$ 1,4 milhão foi investido na unidade. Para equipá-la, o município empenhou verbas próprias, além de recursos de emendas parlamentares e apoio do Governo da Bahia.

“Como médico e profissional de saúde, antes de tudo, sei o avanço que essa UPA significa para o atendimento ao nosso cidadão”, destacou o prefeito Joaquim Neto (DEM). “Diante da pandemia, sentimos que era necessário lançar mão de estratégias e, por isso, a UPA de Santa Terezinha inicia o funcionamento como uma unidade de referência para atendimento a pacientes da Covid-19”, acrescentou.

Apontada como o maior equipamento de saúde já entregue pelo Poder Público municipal, a UPA possui seis respiradores, dois leitos de urgência, seis de observação adulto, dois de observação pediátrica e dois de isolamento. Além disso, ela conta com aspiradores cirúrgicos, macas, eletrocardiógrafo, negatoscópio para raio X e monitores multiparâmetro para acompanhamento de pacientes.

O objetivo é permitir que os profissionais de saúde, devidamente paramentados, realizem o manejo clínico de pacientes, a estabilização e também a regulação para unidade de referência secundária e terciária da Covid-19. 

A gestão municipal investiu ainda para assegurar o transporte de pacientes em situações de gravidade. Além da ambulância tipo A, a UPA de Santa Terezinha vai abrigar uma ambulância tipo D, com suporte avançado para transferência de pacientes graves.

Neste primeiro momento, os custos da unidade serão divididos entre o governo estadual, que vai contribuir com pouco menos de 35% e o restante ficará a cargo da prefeitura.

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