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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

CRUZ DAS ALMAS: Prefeito Ednaldo Ribeiro participa de ato pró-Bolsonaro no 7 de Setembro

 

Atos em defesa e contra o governo federal aconteceram nesta terça-feira, 7, em cidades de todo o País. O feriado de 7 de Setembro se tornou a mais elevada aposta política de Jair Bolsonaro desde que assumiu o Palácio do Planalto. O presidente acirrou as tensões institucionais ao convocar manifestações de apoio ao governo e ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme avaliam analistas e políticos.
Em Cruz das Almas, município do Recôncavo baiano, o chefe do Executivo Municipal, Ednaldo Ribeiro (Republicanos), participou do ato pró-Bolsonaro que aconteceu na Praça Senador Themístocles. Ao lado de apoiadores, secretários do 1° escalão, do vice-prefeito, André Eloy, evangélicos e seus apoiadores, o prefeito declarou publicamente seu apoio integral ao presidente Bolsonaro.
Tal declaração pública ao ato "Meu Partido é o Brasil", não é nenhuma surpresa, haja vista que por meio do ministro, João Roma, o prefeito Ednaldo tem conseguido recursos federais para o município.
Atualmente, o "destrave" de recursos para a realização da obra de revitalização da Avenida Crisógno Fernandes, foi assegurada pelo próprio ministro em sua vinda institucional ao município durante ato inaugural da usina de asfalto.
Para Ednaldo, as idas e vindas a Brasília são como um plantio bem feito onde se colhe a cada volta bons frutos para o município.
Seu irmão, o secretário de infraestrutura, Edson Ribeiro, ocupa uma posição de destaque dentro do Executivo Municipal, pois está à frente de uma das pastas considerada "elite" das secretárias, por ter um alto recurso e se destacar por tá a frente de uma secretária bastante solicitada pelos cruzalmenses devido a alta demanda de solicitações, principalmente por moradores da zona rural que sempre solicitam manutenção nas estradas vicinais. Edson, ao lado de apoiadores, também declarou apoio integral ao governo Bolsonaro.

Em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) repetiu, nesta terça-feira (7), ameaças contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e voltou a atacar o ministro Alexandre de Moraes. O mandatário, que pela manhã havia participado de ato com apoiadores na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, discursou nesta tarde na Avenida Paulista, em São Paulo, a milhares de apoiadores.

Ou esse ministro [Alexandre de Moraes] se enquadra ou ele pede para sair”, afirmou Bolsonaro em tom mais duro do que no primeiro discurso. Moraes é relator do inquérito das Fake News no STF e tem proferido uma série de decisões negativas ao presidente e aliados.

Não se pode admitir que uma pessoa apenas, um homem apenas turve a nossa liberdade. Dizer a esse ministro que ele tem tempo ainda para se redimir, tem tempo ainda de arquivar seus inquéritos. Sai, Alexandre de Moraes. Deixa de ser canalha”, continuou o presidente.

Alexandre de Moraes, esse presidente não mais cumprirá [suas decisões]”, disse. “A paciência do nosso povo já se esgotou”, complementou. A transmissão em tempo real do discurso foi feita pela internet e apresentou falhas.

Assim como discursos anteriores, Bolsonaro afirmou que as únicas opções para ele são ser preso, morto ou a vitória. Na sequência, porém, disse que nunca será preso. “Dizer àqueles que querem me tornar inelegível em Brasília: só Deus me tira de lá”, afirmou.

Dizer aos canalhas que eu nunca serei preso. A minha vida pertence a Deus, mas a vitória é de todos nós”, complementou.

Durante o discurso, Bolsonaro também voltou a atacar o sistema eleitoral brasileiro e defendeu a implementação do voto impresso – pauta recentemente derrubada pelo Congresso Nacional. O mandatário, ainda, subiu o tom contra o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso.

Não é uma pessoa que vai nos dizer que esse processo é seguro e confiável porque não é”, afirmou. “Não posso participar de uma farsa como essa patrocinada ainda pelo presidente do TSE”, completou. Foi justamente o embate envolvendo o voto impresso o estopim para a escalada da crise institucional protagonizada pelo presidente e integrantes do Poder Judiciário.
fonte: forte no recôncavo 

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