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Matéria/ G1/ TJBA /Makal
O cenário é de guerra, mas as vítimas têm endereço e gênero. Para a advogada e professora Sabrine Kauss, o medo não é apenas um dado estatístico, é uma realidade diária. Em 2024, atingimos o ápice da crueldade: 1.492 vidas interrompidas, o maior índice desde que a lei foi criada em 2015.
OS NÚMEROS DO SILÊNCIO:
Recorde de Óbitos: Aumento de 0,8% em relação ao ano anterior.
Vidas em Risco: As tentativas de feminicídio saltaram 19%.
O Perigo Mora ao Lado: 80% dos crimes são cometidos por companheiros ou ex-companheiros.
Perfil da Vítima: 64% das mulheres assassinadas são negras e 64% foram mortas dentro da própria casa.
"A violência não mata apenas uma mulher; ela estilhaça famílias inteiras e adoece a sociedade." — Sabrine Kauss
NÃO SE CALE. DENUNCIE.
180: Central de Atendimento à Mulher
190: Emergência (Polícia Militar)
Delegacias Especializadas: Busque a unidade mais próxima.
VAMOS LUTAR

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