Por: Marcius Pirôpo (@piroponewsoficial)
Como o "Peso Pesado da Notícia", minha missão é rasgar o véu da hipocrisia. No meu livro Bíblia maiores para maiores de 18 anos, analiso o capítulo 31 de Números, um registro que desafia qualquer conceito moderno de ética e direitos humanos, expondo a descrição de um Deus genocida e mentor de crimes bárbaros.
Não há eufemismo que apague o que está escrito em Números 31:17-18. Ao ordenar a execução de crianças e mulheres, e comandar que as meninas virgens fossem poupadas para "serem deles", a narrativa bíblica se torna um manual de incentivo à escravidão e à violência sexual.
Não estamos falando de metáforas; estamos falando de um sistema onde:
- O Genocídio é a ferramenta de limpeza étnica;
- O Estupro é institucionalizado como recompensa de guerra;
- A Escravidão de vulneráveis é apresentada como vontade divina.
Fica aqui o meu conselho e o meu protesto: é um absurdo absoluto termos a Bíblia dentro das escolas ao alcance de crianças. Um livro que contém ordens diretas de genocídio e abuso não é leitura para infância. A Bíblia deve, urgentemente, ter uma classificação para maiores de 18 anos. Criança não pode ter acesso a esse tipo de conteúdo brutal.
Nota Jurídica: Esta análise e o alerta à sociedade estão amparados pelo Artigo 220 da Constituição Federal e pela ADPF 130. A liberdade de informação e a crítica contundente a textos históricos são pilares da democracia e fundamentais para a proteção do pensamento livre.

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