Mesmo após determinação judicial em dezembro de 2017, quando a   Juíza do Trabalho, Dra. Marylucia Leosney da Silveira, da 28ª Vara do Trabalho de Salvador, determinou dia  (19) de dezembro a reintegração de todos os funcionários da Ebal. No ano de 2014, com a privatização da Ebal, mil e setecentos trabalhadores foram demitidos e 197 lojas da rede foram fechadas em todo o Estado da Bahia.
A  Associação Baiana de Trabalhadores da Ebal/Cesta do Povo (Abtec) se mobilizou em prol dos trabalhadores e após cinco audiências tentando um acordo com o governo estadual, o Ministério Público do Trabalho deu entrada em uma Ação Civil Pública na Justiça do Trabalho em 28 de outubro de 2016.
O  Governo do Estado da Bahia por meio da Empresa Baiana de Alimentos S/A, teria  exatos 60 dias, segundo a Juíza do Trabalho, para reintegrar os 1700 servidores demitidos pela edição da Lei Estadual nº 13.204/2014, que estabelece a privatização da Ebal. Além disso, a Dra. Marylucia determinou também, a suspensão de novas demissões.
Falta pouco tempo para findar esse prazo de reintegração, conversamos com alguns funcionários e os mesmos estão apreensivos, pois os pouquíssimos produtos que estão nas prateleiras estão caríssimos e poucos clientes entram, pois não há o que comprar, salários sempre são pagos em atraso e quem entra na Cesta do Povo, vê abandono total por parte do estado.
Segundo informações outros órgãos estaduais teriam interesse em receber funcionários da EBAL.


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Imagem da inauguração de uma unidade da Cesta do Povo na cidade de Macarani na Bahia, população fazia festa a cada inauguração, Cesta do Povo era sinal de muita economia no bolso  dos baianos.
 Informações/ fotos Pirôpo News