O Santa Bárbara é a célebre propriedade em que a família de Lula passava os fins de semana e onde, a pedido de Marisa Letícia da Silva, a Odebrecht fez obras de melhoramentos de R$ 1 milhão — fora a cozinha de R$ 380 mil que a OAS bancou.
A defesa relata que Bittar “não mais frequenta o sítio, tendo interesse em sua venda imediata”. E pede que “seja determinada a avaliação judicial” do Santa Bárbara e sua posterior “venda convencional” — numa tentativa de livrar-se da venda via leilão judicial, o que resultaria num valor menor de transação. Argumenta Alberto Toron, advogado de Bittar:
— A realização da venda nesses termos (com o depósito em Juízo do valor) cumpre, com muito mais efetividade, o propósito de confiscar os supostos produtos dos delitos, correspondentes aos valores gastos nas reformas. (O Globo)

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