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Mãe denuncia escola particular em Salvador por supostas humilhações feitas ao filho



[Mãe denuncia escola particular em Salvador por supostas humilhações feitas ao filho]
  

A escola fica no bairro de Sussuarana Velha

A mãe de um dos alunos da Escola Viver e Aprender, no bairro de Sussuarana Velha, periferia de Salvador, denunciou ao PNotícias as humilhações que seu filho, de 6 anos, estaria passando há alguns meses em sala de aula e em ambientes dentro da unidade de ensino.

Em entrevista ao PNotícias, a mãe relatou que a criança não vem participando de algumas atividades no colégio como, por exemplo, comemorações ao Folclore, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Avós, entre outras.

“O que me deixa extremamente triste, como mãe, é excluírem ele das atividades comemorativas e saber que a professora fica falando diretamente para ele, na frente dos colegas, que os responsáveis não estão pagando o colégio, o que não é verdade pois o pagamento está em dia”, disse Lorena Amaral, mãe da criança.

Lorena relatou, ainda, que a escola alega não incluir o aluno nas atividades porque ela não teria arcado com todos os materiais escolares solicitados através de uma lista no início do ano letivo.

“O pai dele foi na escola para saber o que vem acontecendo e uma responsável disse que não poderia tirar de outra criança para dar ao meu filho, já que ele não tinha. Mas acredito que o mínimo que elas deveriam fazer é me informar com antecedência sobre as atividades para que eu pudesse providenciar o material necessário. Não comprei todos os materiais da lista no início do ano em virtude da minha atual situação financeira, mesmo assim, mandei todos os materiais que ele iria utilizar no dia a dia, exceto pacotes de argila, de algodão, bexigas e outras coisas que ele não usaria com tanta frequência”, conta Lorena.

A mãe também falou sobre uma situação no Dia das Mães em que todos os colegas do seu filho estavam arrumados com roupa especial para as mães, menos o seu filho. A mesma situação aconteceu na última semana, quando a professora desenvolveu as atividades do Folclore com a turma e a criança não teria participado.

Lorena apresentou ao PNotícias um áudio em que seu filho chega em casa contando sobre não ter participado de uma atividade: “ela falou: ‘sua mãe não paga o negócio não e por isso você não ganha sempre quando seus colegas fazem’. Ela ia me dar, mas depois pegou de volta. Ia me dar um pouquinho, mas depois pegou o pouquinho da tinta de volta e falou que não ia pintar porque você e meu pai não pagaram. Eu falei: ‘meu pai e minha mãe pagam sim, você tá mentindo’. Daí ela disse: ‘não paga não’. Aí ela foi e me colocou de castigo”.

Segundo Lorena, quando o pai compareceu à escola para saber os motivos do filho vir passando por tais humilhações, uma responsável informou que o garoto “já é grande” e na medida que não vem participando das atividades, o mesmo deve associar isso à falta de pagamento.

O PNotícias entrou em contato por telefone com a escola e foi atendido por uma senhora que preferiu não se identificar. Quando questionada sobre os motivos da distinção no tratamento oferecido ao garoto com relação às outras crianças, informou que “não seria justo tirar de outras crianças para dar a ele”. Sobre ter dito ao aluno que este não estaria participando das atividades em virtude dos seus pais não terem efetuado o pagamento, a escola informou que isso não teria acontecido e que o garoto, por perceber que não participa das atividades assim como seus colegas, entendeu desta forma. E completou: “as crianças hoje em dia estão muito inteligentes”.

Indignada, a mãe da criança finalizou:
“A gestão do colégio é totalmente um absurdo e que pena que eu só vim perceber isso esse ano porque, ano passado, ao pagar exatamente tudo o que elas queriam, meu filho foi tratado muito bem. Já esse ano, por não dar tudo o que elas queriam, e diga-se de passagem coisas absurdas a serem pedidas, meu filho não merece ser digno de um bom tratamento?”. 

Retornando o contato à escola, por telefone, para solicitar nota de esclarecimento por parte desta, o PNotícias foi atendido por outra mulher que se disse funcionária de serviços gerais e afirmou que não havia ninguém no local para prestar os esclarecimentos.







Fonte PNoticias

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