domingo, 28 de junho de 2020

Brasil tem 1.315.941 casos e 57.103 mortes de Covid-19, aponta consórcio de veículos da imprensa em boletim das 20h

Pessoas caminham por região lotada em São Paulo, contrariando medidas de isolamento social, na última sexta-feira (19)

O Brasil tem 1.315.941 casos e 57.103 mortes confirmadas por Covid-19, afirma o boletim das 20h do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo neste sábado. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde.
São 35.887 novos casos e mais 994 mortes notificadas desde o boletim divulgado às 20h de sexta-feira. Os estados do Espírito Santo e Rondônia não publicaram seus números a tempo.
As estatísticas da pandemia no Brasil são divulgadas três vezes ao dia. O próximo levantamento será divulgado às 8h de domingo. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Brasil vai produzir 30,4 milhões de doses de vacina contra Covid-19

O Ministério da Saúde anunciou neste sábado a produção de 30,4 milhões de doses da vacina contra Covid-19 em parceria com a Universidade de Oxford, com investimento de US$ 127 milhões. O primeiro lote deve ser produzido em dezembro deste ano, e o segundo em janeiro de 2021 pela Bio-Manguinhos.
Segundo o ministério, as doses só serão ministradas após a finalização dos estudos clínicos e a comprovação da eficácia da vacina. O acordo firmado prevê compartilhamento da tecnologia de produção da vacina com a Fiocruz.
O governo brasileiro receberá o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido por Oxford para a produção dos lotes. Caso seja comprovada a eficácia da vacina, ela será ministrada para grupos de risco e profissionais de saúde também terão prioridade.
Após a comprovação da eficicácia da vacina, o governo brasileiro produzirá mais 70 milhões de doses, com um valor estimado de US$ 2,30 por dose.

Mortes por Covid-19 no Brasil aconteceram antes do que se sabia

Ao tentar manipular os dados da Covid-19, abrindo uma crise recente em meio à pandemia, a atual gestão do Ministério da Saúde defendeu que as mortes deveriam ser divulgadas pela data da ocorrência, e não mais pelo dia em que foram notificadas ao governo federal — o que ocorre quando há a confirmação da Covid-19, procedimento que pode levar semanas após o óbito.
O gráfico nesse formato, no entanto, revela que a doença chegou muito mais letal ao país do que se sabia, segundo cruzamento de dados oficiais feito pelo GLOBO.
A nova forma de apresentar os números mostra que a primeira morte pela doença no país aconteceu em 15 de março, dois dias antes do primeiro registro oficial. No dia 17, quando o ministério anunciou pela primeira vez uma vítima fatal de Covid-19 no Brasil, oito pessoas já haviam morrido por causa da doença.
fonte:  extra

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