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sábado, 10 de julho de 2021

Filiação de Bolsonaro ao Patriota é dificultada após vice assumir comando do partido


Filiação de Bolsonaro ao Patriota é dificultada após vice assumir comando do partido

Está ainda mais distante a possibilidade de filiação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Patriota para disputar as eleições 2022. O contexto se apresenta diante a ascensão do antes vice-presidente nacional da legenda, Ovasco Resende, ao comando do partido em nível nacional. Conforme destacou o Poder360, ele assumiu a presidência depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validar, na quarta-feira (7), a convenção nacional do Patriota que decidiu pelo afastamento de Adilson Barroso.

 

Barroso era o principal defensor e articulador da filiação de Bolsonaro e de seus aliados. Mas, o partido estava dividido desde que o senador Flávio Bolsonaro (RJ) passou a integrar a sigla, em maio.
De acordo com a decisão, Resende presidirá o partido por 90 dias, de forma interina e contada a partir de 7 de julho. Enquanto isso, Barroso segue afastado e o conselho de ética do partido analisará as decisões dele como presidente para viabilizar a filiação de Bolsonaro. Para abrigar Bolsonaro, Barroso chegou a articular mudanças no estatuto nacional do partido, o que desagradou parte da sigla.

 

Em 24 de junho, a maioria do partido votou em convenção para afastar Barroso do comando do Patriota sob acusação de manobras irregulares para receber Bolsonaro no partido. A validade da convenção foi questionada por Barroso na Justiça. O caso precisou ser analisado pelo TSE. A decisão de confirmar a validade da convenção foi assinada pelo ministro Edson Fachin.

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