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A população de Muniz Ferreira vive um momento de desespero e indignação. Moradores procuram os postos de saúde e se deparam com prateleiras vazias e a falta de itens que são o "mínimo do mínimo" para qualquer atendimento médico.
A gestão do Prefeito Professor Gileno tem sido alvo de duras críticas pela incapacidade de manter o básico. Segundo relatos colhidos pelo "Peso Pesado da Notícia", a lista do que falta é extensa e alarmante:
- Medicamentos Injetáveis: Falta Dexametasona (anti-inflamatório potente) e Furosemida (essencial para casos de pressão alta e edemas).
- Insumos Básicos: Não há seringas de 5ml, agulhas 40/12 (usadas para diluições) nem equipo macrogotas.
- Curativos: Até o óleo de girassol, fundamental para tratar feridas e evitar escaras, está em falta.
O sentimento dos moradores é de abandono. Como pode uma cidade deixar sua saúde chegar a esse ponto? A pergunta que não quer calar: onde está o planejamento da gestão municipal?
No cumprimento do dever de informar e fiscalizar o poder público, esta matéria se ampara nos pilares democráticos:
- ADPF 130: O Supremo Tribunal Federal garante a plena liberdade de imprensa e o direito à crítica contra atos da administração pública, vedando qualquer tipo de censura prévia.
- Artigo 220 da CF: Estabelece que a manifestação do pensamento, a expressão e a informação não sofrerão restrição alguma, assegurando o direito da sociedade de ser informada sobre a realidade dos serviços públicos.

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