N Uma grave Nota de Repúdio chegou à nossa redação detalhando o descontentamento dos auxiliares de enfermagem do município. A categoria denuncia o não cumprimento de promessas feitas pela gestão municipal e a falta de valorização profissional, com perdas salariais que podem chegar a R$ 2.000,00.
Os profissionais alegam que, embora a função de auxiliar tenha sido extinta por lei, eles continuam exercendo as mesmas atribuições dos técnicos de enfermagem sem o devido reconhecimento financeiro. Muitos cumprem 40 horas semanais recebendo valores próximos ao salário mínimo, o que gera uma indignação generalizada na saúde do município.
Como o "peso pesado da notícia", reforçamos que esta publicação é amparada pela ADPF 130 e pelo Artigo 220 da Constituição Federal, que garantem a liberdade de imprensa e o direito da sociedade de ser informada sobre a conduta dos poderes públicos.
Confira a nota na íntegra:
NOTA DE REPÚDIO
Auxiliares de enfermagem do município de Nazaré das Farinhas
Por meio desta nota, manifestamos nossa insatisfação diante da situação enfrentada pelos profissionais de enfermagem do município de Nazaré das Farinhas, em especial os auxiliares de enfermagem.
A principal questão refere-se à falta de reconhecimento desses profissionais, uma vez que a função de auxiliar de enfermagem já foi extinta por lei. No entanto, na prática, continuamos exercendo as mesmas atribuições dos técnicos de enfermagem, sem a devida equiparação salarial. Atualmente, essa diferença já se aproxima de mil reais, podendo chegar a cerca de dois mil reais com os próximos reajustes.
Cabe destacar que, durante o período eleitoral, o atual prefeito assumiu o compromisso de adequar a nomenclatura dos cargos, conforme já realizado em outros municípios. Contudo, até o momento, tal medida não foi efetivada. Além disso, fomos informados pelo advogado da prefeitura de que não há obrigatoriedade de adoção dessa adequação, bem como pelo secretário municipal de que o município não dispõe, atualmente, de plano de cargos e salários que contemple essa mudança.
Diante desse cenário, profissionais que cumprem carga horária de 40 horas semanais permanecem recebendo valores próximos a um salário mínimo, mesmo desempenhando funções de maior complexidade e responsabilidade.
O objetivo desta nota é solicitar a adoção de providências para a regularização da nomenclatura dos cargos e a devida equiparação salarial, de acordo com as funções efetivamente exercidas, garantindo condições mais justas e dignas aos profissionais.
Ressaltamos que já buscamos apoio junto ao Ministério Público do Trabalho, porém, até o presente momento, não obtivemos retorno.
Dessa forma, solicitamos sua atenção e apoio para que essa situação seja devidamente analisada e solucionada.
Atenciosamente,
União dos Auxiliares de Enfermagem de Nazaré (BA).
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