
Praia do Porto da Barra em Salvador - Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS
Ação civil pública cobra fiscalização mais rigorosa, controle do número de ambulantes e melhorias na infraestrutura das praias. Semop afirma que realiza inspeções diárias e que denúncias serão apuradas.
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) entrou com uma ação civil pública contra a Prefeitura de Salvador para cobrar medidas de organização do comércio nas praias da capital baiana, especialmente no Porto da Barra. Entre os problemas relatados por frequentadores estão cobranças consideradas abusivas, abordagens insistentes de ambulantes e falta de espaço na faixa de areia.
A ação foi ajuizada em 14 de setembro e divulgada pelo órgão nesta quinta-feira (8). O processo reúne reclamações de banhistas que afirmam encontrar dificuldades para aproveitar as praias sem contratar serviços de aluguel de cadeiras e sombreiros.
Em uma das denúncias, um frequentador relatou que a faixa de areia do Porto da Barra estaria praticamente dividida entre comerciantes, reduzindo o espaço disponível para quem deseja levar os próprios equipamentos ou estender uma toalha.