quinta-feira, 22 de abril de 2021

Primeiras doses da vacina da Pfizer devem ser distribuídas na 1ª quinzena de maio

 

Primeiras doses da vacina da Pfizer devem ser distribuídas na 1ª quinzena de maio
Foto: Divulgação


O Ministério da Saúde prevê que as primeiras doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 sejam distribuídas aos estados na primeira quinzena de maio e comecem a ser aplicadas nas capitais.

O imunizante em desenvolvimento pela americana Pfizer em parceria com a empresa alemã BioNTech precisa ser armazenado em uma temperatura de -70ºC, mas as vacinas serão entregues às centrais estaduais numa faixa de temperatura de -25°C a -15°C. Isso será possível após a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovar as novas temperaturas de armazenamento.

"Os planejamentos iniciais, dada a pequena quantidade de doses a receber, orientam a priorização da vacinação em restritas unidades de saúde da capital das 27 unidades da federação", diz informe técnico do Ministério da Saúde.

O governo vai receber 1.000.350 doses, e a distribuição será feita aos estados em duas etapas por conta das especificidades de armazenamento. A vacina da Pfizer é aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias.

O governo brasileiro está negociando com a Pfizer a compra de mais de 100 milhões de doses até o final deste ano, totalizando 200 milhões de unidades da farmacêutica. O anúncio foi feito pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, em rede social, e foi confirmado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

O Ministério da Saúde começou a distribuir nesta quinta-feira (22) um novo lote com 3,5 milhões de doses de vacinas da Fiocruz e do Instituto Butantan. Até o momento, contando com esse novo lote, já foram destinados a todas as unidades da federação mais de 57,3 milhões de doses de imunizantes.

As doses são destinadas para a vacinação de pessoas dos grupos de risco --profissionais da saúde, pessoas entre 60 e 69 anos e agentes das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas que atuam na linha de frente do combate à pandemia. Nesta leva, parte das vacinas é destinada para a primeira dose e a outra parcela para a segunda aplicação.

"O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz. A estratégia de distribuição para aplicação da primeira e segunda doses é revisada semanalmente em reuniões tripartites, observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios.



BN

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