OLIMPÍADAS


domingo, 25 de julho de 2021

PIRÔPO NEWS ESPECIAL : MEDALHAS DO BRASIL EM TÓQUIO

 

BOXE: A baiana Beatriz Ferreira, conquista prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio

 


Beatriz Ferreira perde para irlandesa e fica com a prata no boxe: 'Desculpa, Brasil'

A baiana Beatriz Ferreira ficou com a medalha de prata no boxe, dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Na madrugada deste domingo (8), ela foi derrotada pela irlandesa Kellie Harrington na final da categoria até 60kg, por decisão unânime dos juízes.

 

"Desculpa, pai. Desculpa, Brasil", disse a baiana logo após o anúncio do resultado.

 

Bia Ferreira chegou em Tóquio candidata ao ouro em Tóquio. Ela e Kellie Harrington já haviam se enfrentado em uma competição oficial. Em 2018, a irlandesa foi campeã mundial. No ano seguinte, a baiana ficou com o mesmo título, mas naquela ocasião sua algoz olímpica não participou por estar machucada. Apesar de lamentar a derrota, Bia já mira na próxima Olimpíada que será em Paris no ano de 2024.

 

"Saí do Brasil com a meta de conseguir a mãe de todas, não consegui, tentei mudar de cor, mas não consegui. Vou continuar trabalhando para que ela mude. Claro que o objetivo era o ouro, o ouro não veio, mas estou contente com essa aqui. Sou medalhista olímpica, é para poucas. O trabalho continua, não vou parar por aqui. Vou vender caro", afirmou em entrevista ao SporTV. "Acredito que representei bem, não foi o ouro, mas foi a medalha de prata que tem sabor de ouro", continuou. "Tá logo ali. Aguardem", finalizou.

 

Esta foi a primeira vez que Beatriz Ferreira disputou os Jogos Olímpicos. Na Rio 2016, ela esteve no evento esportivo, mas como sparring da conterrânea Adriana Araújo, medalhista de bronze em Londres-2012. Antes de chegar em Tóquio, Bia foi campeã dos Jogos Sul-Americanos 2018, dos Jogos Pan-Americanos 2019 e do Mundial 2019, que aconteceu na Rússia.


Foto: Jonne Roriz / COB

Seleção feminina de vôlei perde para os EUA e fica com sua 1ª prata em Olimpíadas


Seleção feminina de vôlei perde para os EUA e fica com sua 1ª prata em Olimpíadas

De desacreditada à medalha de prata, a seleção brasileira feminina de vôlei encerrou neste domingo (8) sua jornada nas Olimpíadas de Tóquio com derrota na decisão diante dos Estados Unidos, por 3 sets a 0 (25/21, 25/20 e 25/14).
 

Sem conseguir encontrar caminhos para fazer frente às americanas, as brasileiras tiveram que se contentar com o vice-campeonato, o primeiro da história da seleção feminina, sua quinta medalha olímpica. A prata se soma aos bronzes de 1996 e 2000 e aos ouros de 2008 e 2012.
 

Foi a única medalha conquistada pelo vôlei brasileiro em Tóquio, já que a seleção masculina terminou na quarta posição e as duplas da praia foram eliminadas cedo.
 

As americanas, treinadas pelo lendário Karch Kiraly, foram campeãs pela primeira vez e devolveram a derrota sofrida nas duas decisões em que as brasileiras sagraram-se campeãs.
 

Das 11 atletas que estiveram na final deste domingo pelo lado verde-amarelo, 9 subiram no pódio pela primeira vez: as ponteiras Gabi e Ana Cristina, as levantadoras Macris e Roberta, as centrais Carol Gattaz, Carol e Bia, a oposta Rosamaria e a líbero Camila Brait.
 

As ponteiras Fernanda Garay e Natália, campeãs em Londres-2012, eram as mais experientes com a camisa da seleção e as únicas, além de Gabi, que participaram da eliminação em casa nas quartas de final de 2016, para a China.
 

A oposta Tandara, ouro em 2012, foi cortada na sexta-feira (6), antes das semifinais, quando o resultado de um exame antidoping que fez no Brasil no dia 7 de julho levou a ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) a comunicar o COB (Comitê Olímpico do Brasil) sobre sua suspensão.
 

Comandante de três ouros olímpicos, um com a seleção masculina em 1992 e os dois da seleção feminina, José Roberto Guimarães, 67, conheceu a sua primeira derrota em uma decisão.
 

Ele chegou ao ginásio da Ariake Arena para a partida deste domingo sabendo que sua equipe precisava jogar de forma diferente para bater as americanas, após duas derrotas nos últimos meses durante a Liga das Nações, uma delas também na decisão.
 

Mas as mudanças tentadas não se traduziram em quadra. Se na final da Liga das Nações o jogo pelo menos foi parelho, em Tóquio as brasileiras não esboçaram uma reação consistente em nenhum momento. Não houve mexida de Zé Roberto, torcida da delegação presente no ginásio ou música do DJ da arena que fosse capaz de mudar o cenário.
 

As brasileiras não conseguiram conter as investidas de Jordan Larson, Michelle Bartsch-Hackley Andrea Drews, responsáveis por 41 pontos somadas.
 

"A gente acreditava muito que poderia ganhar, mas hoje foi o dia delas. A gente conquistou essa prata. Foi muito difícil, então a gente tem que celebrar. Encerro esse ciclo orgulhosa pelo o que a gente fez", disse Fernanda Garay.
 

Capitã da equipe, Natália destacou uma mistura de sentimentos com a derrota, mas considerou a trajetória acima do esperado. "A gente conseguiu passo por passo crescer na competição. Feliz por onde a gente chegou e triste porque sabe quanto é ruim perder uma final. A decepção vai ficar uns dias, mas quando a gente olhar para a prata vai ter muito orgulho dela também."
 

A seleção brasileira chegou ao Japão sob desconfiança cinco anos depois do seu pior resultado em 28 anos nos Jogos: a queda nas quartas de final na edição do Rio de Janeiro. Além disso, a equipe atravessou um ciclo atormentado por lesões e maus resultados, como o sétimo lugar no Mundial de 2018.
 

Houve baixas importantes no elenco, como as centrais bicampeãs Thaisa, que se aposentou da seleção em abril, e Fabiana, que recentemente teve um filho.
 

A líbero Camila Brait, que havia anunciado sua aposentadoria logo após ser cortada da lista final para o Rio-2016, retornou à seleção em 2019 e, na capital japonesa, teve a oportunidade de disputar sua primeira edição de Olimpíadas. E que também será a última.
 

"Não vou jogar mais pela seleção. Para mim foi muito especial estar aqui durante todo esse tempo. Ter voltado valeu muito a pena. Mas ano que vem eu não volto, dessa vez é de verdade", brincou a atleta.
 

"Uma amiga minha me perguntou ano passado se quando eu me aposentasse eu conseguiria dormir de consciência tranquila que eu tinha batalhado pela minha carreira e tentado disputar todos os campeonatos que existem. Eu falei 'acho que não', então precisei batalhar para jogar essas Olimpíadas. Realizei meu maior sonho, veio a prata e estou muito feliz", completou Brait.
 

Estados Unidos, Sérvia, Itália e China desembarcaram no Japão como principais cotados ao pódio. Surpreendentemente, a equipe chinesa, atual campeã olímpica, foi eliminada na primeira fase. As sérvias tiraram as italianas nas quartas e perderam para os EUA na outra semifinal –acabaram com o bronze.
 

A seleção brasileira chegou ao mata-mata de forma invicta e com um caminho teoricamente mais tranquilo. Nas quartas, superou a Rússia por 3 sets a 1 e marcou encontro com a Coreia do Sul, que protagonizou outra surpresa ao eliminar a Turquia.
 

No mesmo dia da semi, a seleção acordou com a notícia do corte de Tandara. Ela voltou para o Brasil horas depois, sem ter contato com o grupo, que fez um pacto para permanecer focado no confronto e não comentar o assunto antes de garantir a vaga na final e a medalha olímpica. A concentração imperou, e as brasileiras atropelaram as sul-coreanas por 3 sets a 0.
 

Com o lugar no pódio garantido, o clima no ginásio foi de muita festa e alívio. As jogadoras ficaram bastante tempo em quadra comemorando em meio a abraços e tiraram fotos.
 

Diante da frustração na final contra os EUA, são esses os registros vitoriosos que marcarão o retorno ao pódio após tantos percalços.


Bicampeão! Brasil vence Espanha na prorrogação e é ouro no futebol masculino


Bicampeão! Brasil vence Espanha na prorrogação e é ouro no futebol masculino

A seleção masculina de futebol do Brasil é bicampeã olímpica! Neste sábado (7), a equipe venceu a Espanha por 2 a 1, na prorrogação, e faturou sua segunda medalha de ouro na história. A primeira foi há cinco anos, na Rio-2016. Os gols do Brasil foram marcados por Matheus Cunha e Malcolm. A Espanha descontou com Mikel Oyarzabal. 

 

O baiano Daniel Alves, lateral-direito, chegou a seu 42º título com essa conquista - só faltava a Olimpíada para ele. Agora, o Brasil possui 7 medalhas de ouro, 4 de prata e 8 de bronze em Tóquio-2020. O recorde do Rio de Janeiro em ouros (7) já foi alcançado, mas o Brasil ainda tem duas grandes finais para disputar em Tóquio: a baiana Bia Ferreira, no boxe, e o vôlei de quadra feminino. 

 

O JOGO

O Brasil dominou o primeiro tempo da partida, e poderia ter construído um placar mais amplo do que o verificado no intervalo. Aos 38 minutos, Richarlison isolou um pênalti. A compensação veio aos 46'. Claudinho cruzou, Daniel ajeitou para área e Matheus Cunha, numa demonstração clara de habilidade, tirou dois marcadores da jogada com apenas um domínio e colocou no cantinho para abrir o placar. 

 

Contudo, a Seleção Olímpica voltou a desperdiçar oportunidades na etapa final - Richarlison colocou uma bola na trave no começo -, e permitiu que a Espanha crescesse na partida. Aos 15 minutos, Mikel Oyarzabal empatou.

 

Diante do tento, os espanhóis aumentaram a volúpia ofensiva e o Brasil, sem substituir absolutamente ninguém durante 90 minutos, se viu mais acuado. Os adversários ainda colocaram duas bolas na trave antes de o duelo ir para a prorrogação.

 

Uma única troca feita pelo técnico André Jardine foi o suficiente para mudar a partida. Antes mesmo da prorrogação, Malcolm entrou no lugar de Matheus Cunha. Aos dois minutos do segundo tempo do período, o camisa 7 recebeu lançamento de Anthony, no contra-ataque, avançou com velocidade e tirou do goleiro para garantir o ouro para o Brasil. Bicampeão olímpico.

Foto: Gaspar Nóbrega / COB

Baiano Isaquias Queiroz,conquista ouro na noite desta sexta-feira ( 06 ), em Tóquio ( Veja )

 




Isaquias Queiroz fez história na noite desta sexta-feira (6) no Canal Sea Forest. O baiano faturou a medalha de ouro na prova do C1 1000 metros (m) da canoagem de velocidade na Olimpíada de Tóquio (Japão)


Herbert Conceição fatura o ouro no Boxe

 

Hebert Conceição repete o feito de Robson Conceição no Rio 2016 e se torna o segundo atleta do Brasil a ser campeão olímpico no boxe

Atleta que iniciou com treinadores do boxe profissional da A.N.I.B , hoje é campeão do boxe olímpico, orgulho do Brasil.


Pedro Barros fatura a prata no skate park nos Jogos de Tóquio

 


No encerramento do skate nos Jogos de Tóquio, o Brasil conquistou mais um pódio com Pedro Barros. Ele ficou com a medalha de prata no skate park, com a nota 86,14 na final, e ajudou o Brasil a subir ainda mais no quadro de medalhas da Olimpíada. O ouro ficou com o australiano Keegan Palmer, com 95,83, e o bronze com Cory Juneau (84,13), dos Estados Unidos.

Na fase classificatória, os brasileiros deram um show e ficaram em três das quatro primeiras posições. Luizinho Francisco teve a melhor exibição e pontuou 84,31, passando na liderança para a final. Na sequência vieram o australiano Kieran Woolley (82,69) e os brasileiros Pedro Quintas (79,02) e Pedro Barros (77,14). Heimana Reynolds, dos Estados Unidos, era considerado um dos favoritos e ficou fora.

Na final de oito atletas, os skatistas ousaram mais e logo na primeira volta o australiano Keegan Palmer anotou 94,04, pegando a liderança com uma pontuação bem alta. Na última volta, ele ainda aumentou a vantagem e foi para 95,83. Pedro Barros conseguiu se garantir no pódio com uma boa volta (86,14) e na última volta Luizinho Francisco bateu na trave e terminou na quarta posição com 83,14, bem perto do 84,13 de Juneau.

Apesar da proibição de público, algumas dezenas de pessoas vibraram nas arquibancadas do Ariake Sports Park e fizeram muito barulho com os aéreos e manobras ousadas dos skatistas. Essas pessoas eram voluntários e membros de delegações que têm acesso às arenas de competição.

Já havia a expectativa de que o skate ajudaria o Brasil no quadro de medalhas. E com os pódios desta quinta-feira a modalidade chegou a três conquistas nos Jogos de Tóquio, se tornando um dos carros-chefe do Brasil no Japão.

'Acredite nos seus sonhos', diz Ana Marcela, após ouro olímpico em Tóquio

 


'Acredite nos seus sonhos', diz Ana Marcela, após ouro olímpico em Tóquio

"Acredite nos seus sonhos". Foi com essa frase que Ana Marcela Cunha comemorou sua primeira medalha olímpica na carreira, e de ouro, na maratona aquática (veja aqui). Após três frustrações em Olimpíadas (5º lugar em Pequim, não-participação em Londres e 10º no Rio), dessa vez a baiana não sobrou para ninguém.

 

"Eu falei com Fernando [Possenti, o treinador], depois de uma série que eu fiz: 'para ganhar de mim vai ter que nadar muito'. Eu sabia o quanto estava preparada. Chequei aqui, fiz minha prova, e estava muito feliz fazendo o que amo", afirmou, em entrevista após a conquista.

 

Seis vezes eleita melhor nadadora de águas abertas do mundo, Ana Marcela aproveitou para dedicar o título a outro baiano, Allan do Carmo, que não obteve índice para ir aos Jogos Olímpicos. Nesta terça-feira (3), ele completou 32 anos.

 

"Querendo ou não, foi o meu quarto ciclo olímpico, vindo de frustração no Rio, amadurecimento muito grande. Quero desejar feliz aniversário para Allan. Ele falou que seria o presente dele. Também agradecer muito a Fernando. Eu sonhava muito com uma medalha olímpica, estou muito feliz e quero dizer que todos foram um incentivo muito grande. Principalmente [Fernando] Scheffer e Bruno [Fratus], por serem da natação e eu ter contato maior com Bruno. Cesão [Cielo] acreditou nisso no passdo: 'uma raia uma chance'. E, querendo ou não, aqui é uma raia para cada uma. Deixei escapar por algumas vezes, e hoje pude sair como campeã olímpica", comemorou.  Foto: Jonne Roriz / COB



No salto com vara, Thiago Braz conquista a medalha de bronze para o Brasil em Tóquio

 


No salto com vara, Thiago Braz conquista a medalha de bronze para o Brasil em Tóquio

Thiago Braz garantiu mais uma medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. O paulista ficou com o bronze na disputa do salto com vara no atletismo na manhã desta terça-feira (3). Ele superou a marca dos 5,87m, mas errou as três tentativas dos 5,93m.

 

Esta foi a segunda conquista de Thiago Braz em Jogos Olímpicos. Em 2016, no Rio de Janeiro, ele foi ouro na prova ao bater o recorde olímpico saltando 6,03m. Em Tóquio, ele defendia o título.

 

A medalha de Thiago Braz é a quarta do Brasil no dia. Antes dele, Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram o ouro na vela. Alison dos Santos, nos 400m com barreiras, e Abner Teixeira, no boxe, ficaram o bronze. Além disso, o país também garantiu lugares no pódio com a baiana Beatriz Ferreira no boxe, e vaga na final do futebol masculino.



Foto: Gaspar Nóbrega / COB



Abner Teixeira é medalha de bronze no boxe

Abner Teixeira perde para cubano e é medalha de bronze no boxe

Abner Teixeira foi derrotado pelo cubano Julio La Cruz na semifinal do boxe na categoria pesado (81 - 91kg), na manhã desta terça-feira (3). Com isso, ele ficou com a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, já que não há disputa pelo terceiro lugar na modalidade.

 

Adversário de Abner Teixeira, Julio La Cruz é o atual campeão olímpico e tetracampeão mundial amador.

 

Em Tóquio, o boxe do Brasil igualou o melhor desempenho numa Olimpíada com três medalhas garantidas. Além do bronze de Abner, os baianos Hebert Conceição e Beatriz Ferreira vão disputar a semifinal das suas categorias. Nos Jogos de Londres-2012, a baiana Adriana Araújo, Esquiva Falcão e Yamaguchi subiram no pódio.

Alison dos Santos leva bronze nos 400m com barreiras e bate recorde sul-americano
Foto: Wagner Carmo / CBAt

O brasileiro Alison dos Santos, o "Piu", conquistou a medalha de bronze nos 400 metros com barreira, nesta terça-feira (3), nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

 

Com o tempo de 46s72, novo recorde sul-americano, ele ficou atrás apenas do norueguês Karsten Warholm, que bateu o recorde mundial, com 45s94, e o americano Rai Benjamin, medalha de prata com 46s17. 

 

É o primeiro pódio alcançado pelo Brasil na história da prova, e também o primeiro do atletismo nesta edição dos Jogos. Agora, o país possui 11 medalhas em Tóquio, sendo 2 de ouro, 3 de prata e 6 de bronze. 

É ouro! Martine e Kahena são bicampeãs olímpicas na classe 49er FX da vela


É ouro! Martine e Kahena são bicampeãs olímpicas na classe 49er FX da vela
Foto: Divulgação / World Sailing

Após uma corrida impecável, Martine Grael e Kahena Kunze são medalha de ouro na classe 49er FX da vela nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Campeãs na Rio-2016, as brasileiras repetiram o feito nesta terça-feira (3), nas águas de Hiroshima.

 

Elas ficaram com a terceira colocação da "medal race" (corrida da medalha), mas, por resultados acumulados anteriormente, garantiram o lugar mais alto do pódio, com 76 pontos perdidos (na vela, o país que perde menos pontos vence. 

 

A prata ficou com a Alemanha, que perdeu 81 pontos, e o bronze com a Holanda, que perdeu 86. 

 

A vela se mantém como um dos esportes que mais traz medalhas ao Brasil. Agora, são 19, no total, sendo a terceira modalidade no ranking, atrás do judô (24) e do vôlei (23).

 

Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o Brasil chega a 12 medalhas. São 3 de ouro, 3 de prata e 6 de bronze. 

Bia Ferreira vence uzbeque e garante mais uma medalha para o boxe do Brasil

 


Bia Ferreira vence uzbeque e garante mais uma medalha para o boxe do Brasil

O Brasil tem mais uma medalha no boxe, dessa vez com Bia Ferreira. Na manhã desta terça-feira (3), a baiana foi para cima da uzbeque Raykhona Kodirova e venceu por decisão unânime dos juízes nas quartas de final da categoria feminina peso-leve (até 60kg) nos Jogos Olímpicos de Tóquio. 

 

No primeiro round, Bia tomou a iniciativa e buscou os golpes, mas a adversária não deixou barato e também tentou atacar. Na segunda parte, a tônica foi similar, com a baiana sendo mais precisa - e mais forte - nos golpes. Por fim, o último round foi marcado por um amplo domínio de Bia, que não poupou força para atingir Kodirova. 

 

Após a luta, a atleta destacou o trabalho que vem sendo realizado e apontou a missão de conquistar o primeiro lugar.

 

"Foi do jeito que eu esperava, já tinha planejado o jogo e deu certo. Foi uma luta que eu precisava me impor mais, por ser uma adversária que não desiste. A gente vem treinando há cinco anos para isso aqui, então estamos que ter todos os jogos", disse.

 

"Já temos três medalhas e a gente está treinado para o ouro. Ninguém pode se contentar só com o bronze, a gente quer mais, mas já estamos felizes de estar no pódio", completou.
 

 

Essa é a terceira medalha que o boxe consegue nessa edição dos Jogos. Além de Bia, o baiano Hebert Conceição e Abner Teixeira já haviam garantido um lugar no pódio.

 

Até o momento, o Time Brasil tem 12 medalhas. São três ouros, três pratas e seis bronzes. Nessa madrugada, o verde e amarelo ganhou destaque com o ouro de Martine Grael e Kahena Kunze na vela , e o bronze com Alison dos Santos nos 400 metros com barreira .


Foto: Gaspar Nóbrega/COB


Rebeca salta para o ouro e vira 1ª brasileira com 2 medalhas em uma edição das Olimpíadas

Rebeca salta para o ouro e vira 1ª brasileira com 2 medalhas em uma edição das Olimpíadas

Três dias após conquistar a primeira medalha da ginástica artística feminina do Brasil, a prata no individual geral, Rebeca Andrade deu continuidade à história que está escrevendo nas Olimpíadas de Tóquio. Num capítulo ainda mais emblemático, ela ganhou a medalha de ouro na disputa do salto neste domingo (1º).
 

Rebeca é a primeira brasileira a ganhar duas medalhas na mesma edição olímpica. E ela ainda poderá conquistar a terceira. Nesta segunda-feira (2), disputará a final do solo, às 5h57 (de Brasília). O único brasileiro a somar três medalhas no mesmo evento foi o canoísta Isaquias Queiroz na Rio-2016.
 

O recorde total de medalhas entre as brasileiras é da judoca Mayra Aguiar e da ex-levantadora Fofão, com três conquistas em três edições. Em menos de uma semana, Rebeca também poderá igualar essa marca.
 

Se na última quinta (29) a brasileira precisou mostrar que era uma das ginastas mais completas do mundo para ficar com a prata na competição que envolve os quatro aparelhos (salto, solo, trave e barras assimétricas), a medalha deste domingo também permitiu que ela brilhasse em sua maior especialidade.
 

A média dos seus dois saltos foi 15.083, abaixo do que apresentou na classificação, mas o suficiente para garantir a conquista histórica. A americana Mykayla Skinner ficou com a prata (14.916), e a sul-coreana Yeo Seojeong, com o bronze (14.733).
 

Faz tempo que os saltos de Rebeca estão entre os melhores do mundo, mas as três cirurgias que ela precisou fazer para reconstituir o ligamento cruzado anterior do joelho direito a impediram de obter nos últimos anos uma medalha nas principais competições. O salto preocupa especialmente por forçar essa parte do corpo nas aterrissagens.
 

A última operação foi antes do Mundial de 2019, que pôs em dúvida sua participação nos Jogos de Tóquio, quando eles ainda ocorreriam em 2020. O adiamento provocado pela pandemia de Covid-19 se mostrou benéfico para a atleta recuperar o ritmo de treinos e a confiança.
 

Ausente do individual geral e do salto, a americana Simone Biles também abriu mão do solo, sob a justificativa de que precisa preservar sua saúde mental. A última chance de a grande estrela dos Jogos competir será na trave, na terça-feira (3). A brasileira Flavia Saraiva está classificada para essa final.


'Do Oiapoque ao Chuí', Hebert Conceição vence cazaque e garante medalha no boxe

 


'Do Oiapoque ao Chuí', Hebert Conceição vence cazaque e garante medalha no boxe

O Brasil garantiu mais uma medalha olímpica no boxe. Na manhã deste domingo (1º), o baiano Hebert Conceição venceu o cazaque Abilkhan Amankul nas quartas de final da categoria até 75kg com o placar de 3x2. Na semifinal, ele vai enfrentar Gleb Bakshi, do Comitê Olímpico Russo. 

 

"É uma sensação incrível escrever o nome na história do esporte brasileiro, eu que sempre sonhei com esse momento. Só tenho a agradecer, apesar de lutar sozinho, tem muitas pessoas que estão comigo nessa. Agora é manter o foco porque ainda tem mais duas lutas para mudar a cor da medalha", celebrou o baiano. 

 

Com 23 anos de idade, o atleta é cria de Luiz Dórea, um dos grandes formadores de atletas na área. A trajetória dele nos Jogos Olímpicos de Tóquio começou com vitória sobre o chinês Tuohetaerbieke Tanglatihan por 3x2.  



foto: Júlio Cezar COB, enviada ao PIRÔPO NEWS


Noite nas Olimpíadas: Brasil tem bronze na natação, vitória no vôlei masculino e mais; confira



Já durante a manhã, Rebeca Andrade marcou o nome na história como a primeira ginasta brasileira a ser campeã olímpica

 Entre a noite de sábado e a manhã deste domingo (1º), o Brasil teve medalhas, feitos históricos e vitórias importantes. O primeiro resultado veio por volta das 22h, com Bruno Fratus levando a medalha de bronze nos 50m livre nas Olimpíadas de Tóquio e se consagrando o nono nadador do país a subir ao pódio em esportes individuais. 

Logo depois, em uma partida acirrada, a seleção brasileira de vôlei superou a França. O jogo contou com o set mais longo dos Jogos Olímpicos até o momento, que o Brasil perdeu por 37/39. Mas a seleção virou e garantiu o segundo lugar na fase de grupos. Agora, o Brasil espera o fim da fase classificatória para saber quem será seu próximo adversário. 

Na vela, Robert Scheidt tentou conquistar sua sexta medalha na classe laser, mas terminou na nona posição. Aos 48 anos, Scheidt fez sua sétima participação nos Jogos Olímpicos. 

Já durante a manhã, Rebeca Andrade marcou o nome na história como a primeira ginasta brasileira a ser campeã olímpica, com uma medalha de ouro no salto. E o baiano  Herbert Conceição venceu nas quartas de final dos 75 kg do boxe nas Olimpíadas de Tóquio, garantindo ao menos medalha de bronze. 


Kelvin Hoefler é prata no skate street e Brasil conquista a 1ª medalha em Tóquio

O Brasil conquistou a primeira medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Na estreia do skate no programa olímpico, o brasileiro Kelvin Hoefler ficou a prata no skate street masculino na manhã deste domingo (25) no Japão e madrugada no Brasil.

 

"Isso aqui representa o skate brasileiro, a nossa garra e a nossa persistência. Isso aqui não é só meu, não, é o skate do Brasil que merece isso aqui, merece até mais. Isso aqui é o começo de uma geração do Brasil que está por vir, e amanhã tem muito mais", afirmou o paulista.

 

Na final, Hoefler somou 36,15, ficando atrás apenas do japonês Yuto Horigomi com 37,18. O americano Jagger Eaton completou o pódio com uma nota geral de 35,35.


Daniel Cargnin conquista o bronze no Judô; 2ª medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos 2020


Daniel Cargnin conquista o bronze no Judô; 2ª medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos 2020

O Brasil conquistou sua segunda medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. No Judô, Daniel Cargnin ficou com o bronze ao vencer Baruch Shmailov, do Israel, na categoria peso-meio-leve (até 66kg), na manhã deste domingo (25) no horário de Brasília. O brasileiro conseguiu um wazari e em seguida controlou o combate até o cronômetro ser zerado. É a primeira conquista do país na modalidade no Japão.

 

Nas primeiras fases, Cargnin derrotou Mohamed Abdelmawgoud (EGI) e Denis Vieru (MOL). Nas quartas de final, o gaúcho passou pelo italiano Manuel Lombardo, primeiro colocado no ranking mundial, com um wazari no final do combate. Porém, ele perdeu para o japonês Hifumi Abe, por ippon, na semifinal.


Rayssa Leal faz história e ganha a medalha de prata no skate street


Rayssa Leal faz história e ganha a medalha de prata no skate street

Aos 13 anos de idade, a maranhense Rayssa Leal quis ir além de ser a brasileira mais jovem em Jogos Olímpicos. E conseguiu. Com estratégia e tranquilidade, a "Fadinha" brilhou na madrugada desta segunda-feira (26) e ganhou a medalha de prata no skate street. Ela só foi superada pela japonesa Momiji Nishiya, também de 13 anos. O pódio foi completado pela também japonesa Funa Nakayama.

 

Com boas manobras, Rayssa não teve problemas em passar pela fase classificatória, diferente das compatriotas - e favoritas - Letícia Bufoni e Pamela Rosa. A menina de Imperatriz, então, ficou com a responsabilidade de um país inteiro nas costas. A leveza e o carisma da jovem prevaleceram. 

 

Na final, Nomiji Nishya somou 15,26 pontos e Rayssa poderia ter uma nota maior, mas acabou caindo na saída do slide. Com 14,64, a brasileira contou com um erro de Nakayama, que caiu na última manobra e ficou com 14,49, o que definiu a prata para o Brasil. 

 

"Eu estou muito feliz, porque pude representar todas as meninas, a Pamela e a Leticia, que não se classificaram, todas as meninas do skate e do Brasil. Poder realizar meu sonho de estar aqui e ganhar uma medalha é muito gratificante. Meu sonho e sonho dos meus pais", disse.

 

Viral nas redes sociais, Rayssa Leal começou a andar de skate aos 7 anos de idade. Ainda muito pequena, a atleta ficou conhecida por mostrar a sua habilidade vestida como uma fada. Agora, o conto se tornou realidade. Rayssa Leal fez história.

 



Fotos: Richard Callis /Fotoarena


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