"Amigos, o que está acontecendo em Gaza não é apenas uma guerra. É um massacre humanitário. E eu, Marcius Pirôpo, não posso e não vou ficar em silêncio."
"A imagem que não me sai da cabeça não é a de mísseis explodindo. É a de crianças morrendo de fome. Enquanto toneladas de comida e remédios ficam paradas nas fronteiras, negadas ou impedidas de chegar ao seu destino, milhares de pessoas, inocentes de qualquer crime, estão sendo condenadas à morte lenta pela inanição."
"E ainda ouço pessoas dizendo que 'Israel é uma nação santa'. Que santidade é essa que permite a privação de água e comida? Não há justificativa moral para um ataque que não distingue entre terroristas e famílias inteiras."
"Essa justificativa, aliás, serve para mascarar a brutalidade de um ataque que, em sua essência, me faz lembrar uma coisa: é como se jogássemos uma bomba atômica numa favela do Rio de Janeiro para atingir apenas uma facção criminosa. O resultado é o mesmo: violência indiscriminada contra inocentes."
"O silêncio do mundo diante de tamanha barbárie nos torna cúmplices. A bandeira de um país não pode ser usada como um escudo para ações que violam os direitos humanos mais básicos. Como Delegado Nacional dos Direitos Humanos, eu exijo que a comunidade internacional faça mais do que apenas emitir notas de repúdio. É hora de agir!"
"A história nos julgará. E ela nos julgará não pelo que dissemos, mas pelo que fizemos para proteger os mais vulneráveis. O sofrimento do povo de Gaza é um grito que a humanidade não pode mais ignorar. E a hora de parar com este massacre é agora."
"E essa foi a nossa reflexão de hoje, aqui no 'Café com Pirôpo'. Gostaria de ouvir a sua opinião. O que você pensa sobre essa situação? Compartilhe sua visão comigo nas redes sociais. A gente se encontra amanhã de manhã, para mais um 'Café com Pirôpo'."
"Até lá, e que a gente tenha um dia de mais humanidade."

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