A população de Muniz Ferreira não quer apenas festa; ela quer respeito com o dinheiro público. Nas ruas e nas redes sociais, o questionamento é um só: como uma cidade que enfrenta índices alarmantes de insegurança alimentar pode gastar cifras tão altas em contratações artísticas sem o devido detalhamento?
O portal PIRÔPO NEWS, cumprindo seu papel de levar a verdade ao cidadão, traz a público os documentos que acenderam o alerta na comunidade. A soma das contratações identificadas por nossa equipe já ultrapassa os R$ 270.000,00, superando inclusive o repasse de R$ 250 mil feito pela SUFOTUR.
Os cidadãos exigem saber: por que a prefeitura está pagando valores tão altos a intermediários? Os documentos revelam que apenas uma pessoa, Cleiver Cristiano Vasconcelos Santos, concentra três contratos que somam R$ 200.000,00.
A população cobra clareza:
Quais são as bandas que realmente se apresentaram?
Por que os pagamentos saem em nome de empresas/intermediários e não diretamente para os artistas?
De qual secretaria está saindo o dinheiro para cobrir o que a SUFOTUR não pagou?
O silêncio da Câmara de Vereadores tem incomodado os muniz-ferreirenses. O papel do vereador não é apenas bater palma em palanque, mas fiscalizar cada centavo do erário. A população espera que o Legislativo saia da inércia e exija a prestação de contas detalhada desses processos (041, 042, 043, 044 e 045/2026).
Apesar das tentativas de silenciamento e perseguição judicial por parte da gestão municipal contra este veículo, o PIRÔPO NEWS reafirma que a liberdade de informação (Art. 220 da Constituição Federal) é um direito do povo. Não seremos intimidados. Fiscalizar o uso do dinheiro público é um dever com o cidadão que hoje sofre com a falta de assistência básica, mas vê o dinheiro "sumir" em contratos de festas.
Prefeito Gileno, a população aguarda sua resposta. Vereadores, o povo aguarda sua atitude.





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