A Guarda Civil Municipal de Nazaré enfrenta mais uma situação que causa estranheza à população: a viatura recentemente substituída pela gestão municipal segue circulando há meses sem qualquer identificação visual oficial.
Uma VTR (Viatura Tática de Ronda) sem plotagem compromete não apenas a identidade institucional da Guarda, mas também a visibilidade do serviço prestado à comunidade. A caracterização adequada do veículo é fundamental para:
• Garantir reconhecimento imediato pela população;
• Reforçar a presença ostensiva preventiva;
• Assegurar transparência nas ações operacionais;
• Fortalecer a imagem institucional da corporação.
A ausência de padronização visual passa uma mensagem de improviso e descaso com a estrutura da segurança pública municipal.
Falta de identidade institucional
Outro ponto que chama atenção é a própria identidade visual da base da Guarda Municipal, que segue em tonalidade bege, destoando completamente da padronização tradicional da corporação — marcada pelo azul marinho, presente no fardamento, nos equipamentos e na simbologia institucional.
A identidade visual não é apenas estética. Ela representa história, pertencimento e valorização da instituição. Quando esses elementos são descaracterizados, enfraquece-se também o reconhecimento e o respeito à corporação.
Valorização é mais que discurso
A Guarda Municipal é peça fundamental na segurança pública local, atuando diariamente na proteção do patrimônio público, no apoio a eventos, no ordenamento urbano e na segurança preventiva.
Valorizar a instituição não é apenas fornecer equipamentos, mas também garantir identidade, padronização e respeito à sua história.
A população de Nazaré merece uma Guarda forte, estruturada e reconhecida. E os guardas municipais merecem respaldo, visibilidade e valorização institucional.

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