Por: Marcius Pirôpo
O Estreito de Ormuz vai virar um campo de batalha? Essa é a pergunta que não quer calar. Enquanto você tenta equilibrar as contas, do outro lado do mundo, o pavio de uma bomba gigante acaba de ser aceso, e as consequências já chegaram aos postos de combustível de Salvador e Santo Antônio de Jesus.
A tensão atingiu o limite máximo neste domingo, 22 de março. Após o presidente Donald Trump dar um ultimato de 48 horas para a reabertura total do canal, o governo do Irã respondeu com uma ameaça direta: se os EUA atacarem as usinas elétricas iranianas, o Estreito de Ormuz será completamente fechado e só será reaberto quando as instalações forem reconstruídas.
Mais do que isso: o Irã já declarou que as empresas com acionistas americanos na região e as bases dos EUA nos países vizinhos são "alvos legítimos". O exército americano, por sua vez, afirmou ter destruído um bunker de mísseis iraniano no estreito ontem (21), o que só aumentou a temperatura do conflito.
Para você entender a gravidade: por aquele canal de apenas 33 km de largura passa 20% de todo o petróleo e gás natural consumido no planeta. É a "jugular" da economia mundial. Se o fluxo para, o mundo para. Desde o início dessa crise, em fevereiro, o preço do barril de petróleo (Brent) já disparou mais de 50%, saltando de 72 dólares para mais de 112 dólares.
Você sente no bolso o que acontece no Golfo Pérsico. Aqui na Bahia, a Acelen (Refinaria de Mataripe) segue preços internacionais. O resultado? Um verdadeiro assalto legalizado:
O Pirôpo News continuará vigilante. O ultimato de Trump está correndo e nós estamos de olho no impacto que isso terá na sua vida.
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