Foto: Divulgação
O TCU (Tribunal de Contas da União) arquivou um pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para investigar as relações de uma empresa ligada a uma ex-nora do presidente Lula (PT) com o Ministério da Educação.
Os ministros do TCU dizem na peça que Flávio não apresentou provas. A representação pedia para apurar o destino de verbas federais enviadas para a empresa Life Tecnologia Educacional, onde trabalhava Carla Ariane Trindade, ex-mulher de Marcos Cláudio Lula da Silva, o filho mais velho de Lula com a ex-primeira-dama Marisa Letícia (1950-2017).
A denúncia citava uma apuração da Polícia Federal sobre supostos desvios na pasta. Segundo a PF, Carla seria lobista da Life junto ao Ministério da Educação.
Os ministros do TCU afirmam que o pedido do senador se sustenta apenas em notícias da imprensa. Por causa disso, a corte rejeitou a abertura de um processo sobre o caso em acórdão publicado em 26 de maio. A informação veio a público neste domingo (7) em reportagem da revista Veja confirmada pelo UOL.
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Justiça

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