OLIMPÍADAS


sábado, 18 de setembro de 2021

NAZARÉ: Semana Nacional do Trânsito, terá ação com o tema: " No Trânsito Sua Responsabilidade Salva Vidas "

 


BOXE INTERNACIONAL: Treinador Davi Bispo, fala ao PIRÔPO NEWS BAHIA


Davi Bispo, campeão e treinador de BOXE, revelou Hebert Conceição, campeão Olímpico em Tóquio, além de diversos atletas.

Treinador da renomada A.N.I.B, tem parcerias importantes com todas as entidades federativas, recentemente gravou UM DOCUMENTÁRIO para a TVGLOBO e hoje falou com exclusividade ao PIRÔPO NEWS BAHIA.

O treinador enalteceu a A.N.I.B e agradeceu a Confederação Brasileira de Boxe, agradeceu a Federação Baiana de Boxe, em especial a Joilson Santana pelo belíssimo trabalho com Hebert e todos os demais atletas, agradeceu ao Campeão Popó por citar seu nome em entrevista e agradeceu ao site PIRÔPO NEWS, pela oportunidade de falar ao público da Bahia e do Brasil.


Criança de 5 anos morre após ser baleado enquanto acompanhava mãe em bar, em Paripe

 




Vítima passou um dia internado no Hospital do Subúrbio, mas não resistiu


O garotinho Ícaro Antônio de Souza, de apenas 5 anos, morreu ao ser atingido por um disparo de arma de fogo, na quarta-feira (15), no bairro de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. A criança estava em um bar na companhia da mãe quando foi ferido.

Ícaro chegou a ser socorrido para o Hospital do Subúrbio, mas morreu na noite de quinta-feira (16). O crime está sob a investigação do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). Não há ainda informações sobre autoria.

De acordo com o jornal Correio, comerciantes do local disseram que um homem armado perseguia um outro, ambos traficantes, em nome da disputa pelo tráfico de drogas na região. A Polícia Civil, contudo, ainda não deu uma versão oficial para o caso.

Chef baiana conta a história por trás da deliciosa tradição do caruru em setembro


Chef baiana conta a história por trás da deliciosa tradição do caruru em setembro
Foto: Jonas Santana/Divulgação

Quem é baiano provavelmente já ouviu os versos da cantiga que diz “São Cosme mandou fazer/ Duas camisinha azul/ No dia da festa dele/ São Cosme quer caruru”. É certo também que muita gente fica eufórica em setembro, na ânsia pelos convites para se esbaldar nos tradicionais banquetes em homenagem a Cosme e Damião e aos Ibejis.

 

Na esteira dos festejos, após receber muitos pedidos por orientações sobre o preparo dos pratos típicos do período, a afrochef baiana Paloma Zahir, que comanda o Kissanga Restaurante, em Salvador, resolveu fazer mais do que ensinar os passos dessa gastronomia regada a dendê. Ela decidiu desvendar os mistérios por trás desse costume bem baiano, juntando cozinha, história, cultura, religião, tradição e solidariedade.

 

“[Elas perguntavam] ‘Paloma, como é que faz o caruru, como faz o vatapá? O xinxim o tempero não pega direito, tem algum toque, tem algum segredo?’. E aí eu parei pra pensar em como entregar um conteúdo com mais qualidade para as pessoas. Eu falei ‘pô, não quero ficar só dando direcionamentos curtos, vou formular uma coisa mais completa’. E aí, pelo fato de eu ser uma mulher de Axé, de ser iniciada no Candomblé, eu lembrei de como iniciou a tradição aqui do caruru de Cosme e Damião e toda essa questão também da fraternidade, de matar a fome das pessoas”, explica a cozinheira, que, neste sentido, resolveu criar o Workshop Caruru dos Ibejis, para apresentar dicas culinárias, mas também promover discussões sobre ancestralidade .

 

Totalmente virtual, o projeto será ministrado ao vivo, na próxima segunda-feira (20), a partir das 13h, por meio da plataforma Zoom. Para aqueles que não puderem acompanhar em tempo real, o conteúdo ficará disponível pelo período de um mês. O ingresso custa R$ 50 e a renda vai ser totalmente revertida para o Instituto Conceição Macedo, que apoia pessoas soropositivas na capital baiana. Além disso, o caruru preparado durante a atividade também será doado em quentinhas distribuídas nas ruas de Salvador, para pessoas em vulnerabilidade social. “Com toda essa pegada caótica que a gente está tendo na economia e como está mais difícil pra colocar comida na mesa, é uma forma também de eu estar entregando meu Axé às pessoas, em forma de comida, em forma de afeto”, pontua Paloma.

 

"É uma forma também de eu estar entregando meu Axé às pessoas", diz chef baiana que promove workshop sobre o tradicional caruru de Ibejis ou de Cosme e Damião | Foto: Divulgação

 


DICAS PARA MANDAR BEM NO CARURU 
Ao Bahia Notícias, a chef deu alguns macetes para fazer um caruru como manda a tradição, sem sair de um orçamento que caiba no bolso. “Partindo da situação econômica do país, uma dica coringa é você começar a comprar os ingredientes com antecedência”, alerta a especialista, garantindo “uma economia absurda” para aqueles que não deixam para adquirir os produtos em cima da hora. 

 

Outro ponto importante apontado por Paloma Zahir é evitar os excessos. “Em relação à questão de tempero, acho que as pessoas erram quando colocam mais itens do que o necessário. Porque comida baiana, principalmente o caruru de Cosme e Damião, dos Ibejis, que é uma comida votiva [comida preparada para oferecer a divindades], o tempero não é cheio de ingredientes”, adverte a cozinheira. “O único que leva mais tempero mesmo é o vatapá, com as oleaginosas, o amendoim e a castanha. Mas no caruru, no xinxim e outras coisas, o tempero é básico. Tem gente que eu vejo colocando coentro, colocando tomate, que são coisas que não devem ser utilizadas”, instrui.

 

Paloma explica ainda que na gastronomia baiana há uma base simples para o preparo da maioria dos pratos: cebola e camarão defumado. Mas não o crustáceo tingido com corantes, que custa mais barato, e sim aquele que passa por um processo de cura com fumaça de verdade. “O segredo do caruru é você ter um bom camarão. O camarão é um dos personagens principais na composição do tempero”, resume.

 

“O segredo do caruru é você ter um bom camarão", alerta a cozinheira | Foto: Divulgação

 

 

A HISTÓRIA POR TRÁS DO BANQUETE
Todo mundo já foi criança um dia, e, na Bahia, provavelmente já figurou entre os sete meninos servidos com o caruru de Cosme e Damião, ou dos Ibejis. A origem desta tradição, assim como o motivo da celebração no mês de setembro e o porquê de um banquete tão vasto em guarnições são algumas das informações que serão detalhadas no workshop. 

 

“Vou falar como iniciou a tradição, vou contar os itans, porque se originou essa tradição na Bahia, como tudo ocorreu, para as pessoas entenderem. Porque o pessoal tem muito a cultura de comer o caruru, mas não procurar saber o porquê. Por que ele é em setembro?  Como se iniciou?”, promete a afrochef. “Então, a questão é mesmo de trazer esses questionamentos e mostrar o quanto a cultura e a religião é potente ainda no nosso dia a dia”, pontua.

 

Para os leitores do BN, Paloma adiantou algumas explicações. Conta a lenda que Exu costumava entrar no palácio e devorar toda a comida servida ao rei Xangô. Contrariado, o orixá da justiça resolveu armar uma cilada com a ajuda de seus dois filhos gêmeos, os Ibejis, que propuseram um desafio para que o visitante parasse de “roubar” a comida do pai.

 

“Essa questão dos pratos vem do Itan, os contos africanos. O que acontece? Os Ibejis são os filhos de Oyá e Xangô. Teve uma certa vez que Exú desafiou Xangô em questão de dança, e aí Xangô colocou seus filhos, sem Exu saber. Então, a questão era, Exu disse que aguentava dançar por muito tempo. Xangô então colocou um dos Ibejis pra tocar. Ele tocava, tocava, tocava, e quando um ficava cansado o outro trocava de lugar. E Exu não percebia isso, porque, na verdade, ele estava comendo as coisas de Xangô. E aí ficou nessa questão e Exu não aguentou (risos) e perdeu”, conta Paloma.

 

Vencida a aposta, Xangô decidiu dar uma compensação aos filhos. “Aí, em comemoração a isso, Xangô perguntou aos Ibejis o que eles queriam. Eles falaram que queriam o que ele recebia, mas como Xangô comia amalá, com rabada e pimenta, que Ibejis não gostam, eles disseram que poderia ser o caruru mesmo”, narra a chef baiana, lembrando que a celebração não ficou restrita aos gêmeos. “Ele convidou também os outros orixás e cada um levou seu prato preferido, por isso que é o banquete. Tem o caruru de Ibeji; tem o vatapá, que é uma associação ao ipeté de Oxum; você vê a abóbora, que tem enredo com Iansã; o abará a Oxum também; arroz a Iemanjá; o milho branco a Oxalá; e por aí vai. Então, todos os orixás são representados ali naquele banquete. Por isso que o banquete é grande, porque todos os orixás estão ali em comunhão com Ibeji”, detalha os motivos pelos quais o caruru dos Ibejis é tão farto.

 

Os sete meninos, por sua vez, são representados pelos Ibejis, que não são apenas os dois gêmeos filhos de Xangô. “Tem uma legião de sete crianças, de sete divindades africanas, que não são cultuadas totalmente aqui no Brasil, porque a cultura foi se perdendo. Com o tráfico dos negros pela a travessia atlântica e aquela questão de você não ficar com pessoas da mesma região, então as culturas foram se dispersando, foram tendo uma fusão com a questão da resistência. Então aqui ficou só o culto a Ibeji no Ketu, ou Vunje na nação de Angola, Jeje, por essa questão. Então eles pegaram e cultuaram dois, que é Taiwo e Kehinde, mas tem as outras cinco divindades”, conta a chef. Os outros cinco são Idhoú, Alabá, Talabí, Adoká e Adosú, sobre os quais ela também vai falar no seu workshop.

 

Registro de Pierre Verger do Caruru de Sete Meninos

 


TRADIÇÃO NA BAHIA E ASSOCIAÇÃO COM COSME E DAMIÃO

Não é segredo para ninguém que existiu e ainda segue existindo preconceito contra as religiões de matriz africana no Brasil. Foi por isso, que na Bahia, o caruru dos Ibejis foi associado aos santos Cosme e Damião, celebrados pelos católicos em 26 de setembro.

 

“A gente tem os Ibejis, que são as duas crianças, e temos Cosme e Damião. Como já tinha essa cultura da comemoração do dia de Cosme e Damião, uma grande ialorixá aqui da Bahia fez isso [associar as divindades africanas aos santos], porque ela queria continuar a dar o caruru, que era uma tradição dos Ibejis, mas tinha a questão da perseguição religiosa”, explica Paloma Zahir. “Não gosto do termo sincretismo religioso, eu vejo isso como uma questão de resistência mesmo que os negros tiveram naquela época pra poder continuar a seguir com sua religião e sua culturas”, pontua.

 

 “Pra ter liberação desse culto, tinha que dizer que era de Cosme e Damião, já que ficava próximo da data de comemoração deles. Então, é mais uma maneira de fortalecer e seguir a tradição, e um jeito de burlar mesmo a perseguição”, destaca a cozinheira sobre a estratégia usada para manter um costume que era proibido pelas autoridades da época. “O que aconteceu foi que as crianças começaram a aparecer próximo da roça de Candomblé, e aí ela serviu o caruru, as crianças ficaram brincando, teve aquela profusão de crianças, e daí continuou essa cultura, essa tradição, até os dias de hoje. O caruru de Cosme e Damião, o caruru dos Ibejis, veio em celebração a matar a fome das crianças que estavam passando por necessidade. Foi uma maneira também que o Candomblé achou de ajudar ao próximo, ajudar os seus irmãos”, acrescenta. 

 

E foi assim que o célebre caruru se tornou um delicioso costume em setembro na Bahia. Especificamente, a festa é celebrada no dia 26 pelos devotos de Cosme e Damião e 27 por aqueles que cultuam os Ibejis, mas o hábito acabou se estendendo por todo mês de setembro.

 

Consumir os pratos típicos da culinária baiana virou tradição também às sextas-feiras. Segundo Paloma, isso é fruto de herança ancestral dos negros, pois é neste dia da semana que eles se reorganizam e fazem um banquete para entrar em comunhao entre si e comer bem. “As pessoas acham, erroneamente, que preto não pode ter fartura, mas os africanos têm fartura em sua essência. E a sexta-feira é o dia de estarem entre si, de lembrarem de onde vieram. Acaba sendo um momento de resistência”, conclui a chef, orgulhosa de ser mulher, preta, baiana e de Axé.


fonte BN por Jamile Amine

Brasil tem recorde de 30,2 milhões de pessoas recebendo até um salário mínimo


Brasil tem recorde de 30,2 milhões de pessoas recebendo até um salário mínimo

O Brasil tem 30,2 milhões de pessoas sobrevivendo com até um salário mínimo, o recorde histórico de brasileiros nessa condição Os números integram um estudo elaborado pela consultoria IDados, com base nos indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do segundo trimestre, e foram divulgados pelo portal G1.

 

A quantidade de brasileiros que possuem uma renda mensal de até R$ 1,1 mil, neste momento, é um pouco maior do que toda a população da Venezuela. Proporcionalmente, 34,4% dos trabalhadores no país recebem até um salário mínimo, também considerado o patamar mais alto já apurado desde a série histórica, em 2012.

 

Nesse sentido, a pesquisa revela que os brasileiros podem até conseguir algum tipo de trabalho, seja na informalidade ou como conta própria, mas estão sendo mal remunerados. Essa realidade piora ainda mais porque o orçamento das famílias tem sido consumido pela alta de alimentos, energia elétrica e combustível: no acumulado de 12 meses, a inflação já está próxima de 10%.

 

Ainda de acordo com a pesquisa, uns grupos são mais prejudicados que outros nesse contexto de crise. Dos 30,2 milhões que recebem até um salário mínimo, 20 milhões são pessoas de pele preta ou parda. Percentualmente, esse número representa 43,1% dos brasileiros negros.

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 23,5 milhões neste sábado


Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 23,5 milhões neste sábado

A Mega-Sena sorteia, neste sábado (18), um prêmio de R$ 23,5 milhões. O concurso 2.410 da principal loteria da Caixa Econômica Federal está marcado para às 20h e as apostas podem ocorrer até às 19h.

 

A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada em qualquer casa lotérica do país, além da internet, através do site das loterias da Caixa.

 

Em um jogo com seis dezenas, a chance de sair com o prêmio máximo é de uma em 50.063.860, de acordo com a Caixa.

Treinador e campeão de BOXE Davi Bispo, fala ao PIRÔPO NEWS, com exclusividade e contará a emoção em ver Hebert Conceição, medalha de ouro em Tóquio



 Davi Bispo, campeão e treinador de BOXE, revelou Hebert Conceição, campeão Olímpico em Tóquio, além de diversos atletas.

Treinador da renomada A.N.I.B, tem parcerias importantes com todas as entidades federativas, recentemente gravou UM DOCUMENTÁRIO para a TVGLOBO e hoje vai falar com exclusividade ao PIRÔPO NEWS BAHIA.
Ainda neste sábado o vídeo com a entrevista estará disponível em todas as nossas plataformas. www.piroponews.com

A Prefeitura de Nazaré, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), realizou, no dia (15), as eleições que definiram a composição do Conselho Escolar Municipal nas unidades da Zona Urbana e Zona Rural.

Além da posse do novo Conselho (titulares e suplentes), foram aprovados o Regimento e Estatuto Escolar atualizados, documentos que representam e asseguram o funcionamento e a legalidade das unidades escolares!
O conselho foi composto por representantes da comunidade, dos professores, dos funcionários e da equipe pedagógica, garantindo uma gestão democrática, participativa e promovendo a cidadania, através da transparência com a Gestão Escolar Municipal e a utilização de seus recursos.


O que chamou a atenção, foi a organização nas eleições em todas as escolas, de forma acolhedora, eficiênte e com muita transparência.
A prefeita Eunice Barreto Peixoto, seu vice-Ben-Wilson Júnior e a Secretária de Educação Professora Isleide Embiruçu, tem a os melhores profissionais a serviço da educação nazarena.


fotos enviadas ao PIRÔPO NEWS por diretores SEMED










































sexta-feira, 17 de setembro de 2021

POLÍCIA CIVIL PRENDE CONDENADO POR TRÁFICO DE DROGAS

 



A Polícia Civil de Nazaré deu cumprimento a mandado de prisão por sentença penal condenatória a pessoa de M.S.A., de 35 anos de idade, acusado de tráfico de drogas ilícitas. 


O condenado foi preso em flagrante delito pela Polícia Civil de Nazaré em 16 de agosto de 2011, com cocaína e crack acondicionados para venda, sendo posto em liberdade em 24 de fevereiro de 2012 e sentenciado em 16 de março de 2016, quando então recorreu da Tribunal de Justiça, sendo agora definitivamente condenado a 05 (cinco) anos de prisão.


O acusado possui outro processo por tráfico de drogas ilícitas.


M.S.A. encontra-se recolhido na carceragem da Delegacia de Nazaré, de onde será recolhido a Unidade Prisional própria, para cumprimento da pena.

Muniz Ferreira esteve presente em importante evento para o fomento da agricultura em toda região

 





Aconteceu Ontem 16/09, no município de Castro Alves, um evento muito importante para o fomento da agricultura em toda região. 

Formidável Reunião de Apresentação das ações da estratégia Parceria Mais Forte, Juntos para Alimentar a Bahia. 


O Prefeito, professor Gileno, e seu Vice Vavá, registraram presença no evento, primeiro pela importância, mas, sobretudo por acreditar que o fomento à agricultura da região, fortalece e acentua o desenvolvimento de Muniz Ferreira, bem como de todo Recôncavo. 


Sempre importante falar de Políticas públicas enquanto ferramenta de desenvolvimento, e que é uma das premissas da atual gestão. 


Assim, foram apresentadas, entre outras coisas, a ATER - Assistência Técnica e Extensão Rural aos produtores rurais, regularização fundiária e ambiental de imóveis rurais, serviço de inspeção municipal, Bahia Produtiva.


Registraram presenças representantes da SDR, CAR, Bahiater, CDA, Consórcio dos municípios do Recôncavo, cujo presidente é o Prefeito anfitrião do evento, Thiancle, Setaf, Codeter e os municípios que fazem parte do território do Recôncavo.

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#municípiodemunizferreira #nossaterranossagente

Evangélicos não trocam Bolsonaro por Lula, apesar de aborrecidos com governo, mostra Datafolha

 

Evangélicos não trocam Bolsonaro por Lula, apesar de aborrecidos com governo, mostra Datafolha
Foto: Reprodução / Flickr Palácio do Planalto


Não houve gesto terrivelmente evangélico capaz de brecar a queda na popularidade de Jair Bolsonaro nessa parcela religiosa do eleitorado. De janeiro para cá, a aprovação do presidente levou um tombo considerável num dos segmentos que ele mais corteja. Hoje, 29% dos evangélicos consideram seu governo ótimo ou bom. Eram 40% no começo do ano.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contudo, não conseguiu tirar uma casquinha da sangria de Bolsonaro nesse segmento.
 

A mesma pesquisa Datafolha que a detectou mostra o petista, que deverá polarizar com o presidente a disputa de 2022, com 44% das intenções de voto no segundo turno contra 43% de Bolsonaro --manteve-se, portanto, o empate técnico aferido em sondagens passadas.
 

O presidente manteve no primeiro turno a preferência de 38% dos eleitores dessa religião, considerada a principal simulação feita pelo instituto. Lula variou de 37% para 34%. Dentro da margem de erro para o voto evangélico, de três pontos para mais ou para menos, os dois ainda lutam de igual para igual.
 

Há algumas abas a abrir a partir dessa janela revelada pelo Datafolha:
 

1) Bolsonaro anda para cima e para baixo com seu núcleo duro de pastores capitaneado por Silas Malafaia, como se a perspectiva de uma guerra santa entre "nós, os cidadãos de bem", e "eles, os depravados comunistas", bastasse para garantir o apoio desse grupo.
 

Mas há outros fatores em jogo, e os índices econômicos merecem destaque para lembrar que o evangélico não vota só com a Bíblia embaixo do sovaco. Sobretudo quando falta feijão no prato.
 

2) E o Lula, hein? Esse eleitorado devoto já lhe teve em alta conta, preferindo-o ao tucano Geraldo Alckmin em 2006. Mas, hoje, nem a piora na avaliação do principal adversário do petista amoleceu parte do eleitorado evangélico.
 

Embora tenha um desempenho semelhante ao do presidente entre os evangélicos, Lula enfrenta uma rejeição acima da média nessa fração populacional: 47% deles dizem que não votariam no petista de jeito nenhum. Considerando o conjunto total de eleitores, esse índice é de 38%.
 

Já a antipatia a Bolsonaro é mais suave no grupo: 44% não cogitam escolher o capitão reformado nas urnas, bem abaixo de seus 59% na média nacional.
 

O levantamento do Datafolha foi realizado nos dias 13 a 15 de setembro, com 3.667 pessoas entrevistadas presencialmente em 190 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos, considerada a amostra total de entrevistados.
 

Primeiro, há o recuo do respaldo a Bolsonaro entre evangélicos. Em 2017, o Datafolha detectou que 8 em cada 10 brasileiros não costumam levar em conta a opinião de seus líderes religiosos quando eles fazem campanha por algum candidato.
 

O contingente evangélico que dá ouvidos a seus pastores foi só um pouco mais alto, 26%.
 

Logo, o peso que se dá à variável religiosa não necessariamente corresponde à cartografia eleitoral.
 

A retração de cinco pontos entre os evangélicos pode ser considerada uma redução significativa, uma vez que os indicadores da popularidade de Bolsonaro ficaram praticamente estáveis de julho para cá.
 

Em outros segmentos numerosos da sociedade, só houve quedas maiores ou semelhantes em faixas como os mais pobres (-4 pontos), pessoas que têm apenas o ensino fundamental completo (-6) e nas regiões Norte e Centro-Oeste (-11).
 

Uma das possíveis explicações para a variação é o fato de que, até agora, o eleitorado evangélico se comportou como um bolsão de apoio ao presidente, com avaliações mais generosas do que a dos demais segmentos.
 

Bolsonaro tinha gordura para queimar nesse eleitorado. Desta vez, enquanto os índices do presidente entre os católicos se estabilizaram no que parece ser um piso na faixa dos 20%, ainda há margem para que o segmento evangélico sinta os impactos de fatores negativos como inflação, desemprego e a pandemia.
 

Apesar da queda, os evangélicos ainda estão entre os blocos sociodemográficos que têm uma visão mais favorável do presidente. Têm a companhia dos brasileiros com renda superior a cinco salários mínimos (35% de aprovação) e os moradores da região Sul (28%).
 

"O Brasil não se tornou mais conservador porque se tornou mais evangélico", diz a antropóloga Lívia Reis, do Iser (Instituto de Estudos da Religião). "Não é razoável pensar que 30% da população que se identifica como evangélica flerte com o autoritarismo. Religião, no fim das contas, é apenas mais uma variável, ainda que importantíssima, da vida social das pessoas, mas não é a única."
 

Não é ostentando a carteirinha do clube conservador que Bolsonaro vai fidelizar esse eleitor, segundo Reis. Evangélicos, que ainda são em sua maioria a população mais pobre desse país e que em algum momento fizeram parte da famigerada classe C, tiveram uma piora significativa nas condições de vida no segundo governo da Dilma, "e isso é inegável", ela afirma.
 

"O que eles não poderiam imaginar é que essa crise poderia se aprofundar ainda mais como estão vendo acontecer agora. Evangélicos são pessoas comuns que também querem comer, ter um emprego (formal), custo de vida menor, direitos sociais assegurados. Não é isso que está acontecendo, mas o contrário."
 

O fato de Lula ainda não ter conseguido capitalizar com a liquefação bolsonarista nessa faixa cristã sinaliza que o petista pode ter voltado algumas casas e se reaproximado da imagem demonizada que possuía em 1989. Naquele pleito, o bispo Edir Macedo comandou uma vigília em prol de Fernando Collor na qual fiéis cantavam "o diabo na corda bamba, vamos collorir, vamos collorir".
 

Nos anos 2000, o petista foi bem-sucedido em desfazer essa birra com boa parte dos megapastores do país, e Dilma Rousseff herdou parte desse legado.
 

A última década, no entanto, trouxe novos elementos à mesa. A emergência das pautas identitárias é um deles. Movimentos como o negro, o feminista e o LGBTQI+ não nasceram ontem, claro. Mas sua atuação na arena pública ganhou relevo inédito. O ricochete conservador foi uma consequência natural desse fenômeno, e Bolsonaro soube tirar proveito disso como poucos.
 

Só de bater o olho no mais recente editorial da Folha Universal, jornal da igreja do bispo Macedo, já é possível ter um vislumbre da força que esse discurso tem: "A verdade sobre o feminismo atual que não querem que você saiba". Spoiler: estamos lidando com um "grupo rancoroso que parece fazer de tudo para destruir o que há de bonito nas mulheres".
 

O atual presidente também teve êxito ao conjurar um mofado anticomunismo e fazer dele o feijão do arroz antipetista. A aliança com pastores é crucial para propagar a ideia de que, com a esquerda no poder, a liberdade religiosa e a família tradicional estão a perigo. Deus os livre.
 

Para Reis, "é evidente que qualquer pauta moral se torna secundária se as pessoas não vivem com dignidade". Quando Lula se mostra disposto a priorizar a economia na batalha eleitoral que o aguarda, é porque vê aí o calcanhar-de-Aquiles do bolsonarismo.
 

Nas eleições municipais de 2020, a pauta moral apareceu de forma incidental nas campanhas de políticos com identidade religiosa monitorados pelo Iser em oito capitais, segundo a antropóloga do instituto. Ela aposta que, em 2022, esse percentual será ainda menor.
 

"Vivendo no Rio de Janeiro que elegeu Eduardo Paes logo após quatro sofridos anos de governo Marcelo Crivella", diz sobre o sobrinho de Edir Macedo que perdeu a reeleição, "arriscaria dizer que a pauta moral não fará diferença alguma para definição do chefe do Executivo nacional nas próximas eleições".








BN 

Grupo Formitex conhece estrutura do Polo Agroindustrial baiano

O Grupo Formitex, que atua na indústria de transformação e logística, conheceu a estrutura do Polo Agroindustrial e Bioenergético do Médio São Francisco nesta quinta-feira (16). Coube ao vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, a apresentação da nova fronteira de desenvolvimento, que pretende tornar a Bahia competitiva no mercado de etanol, açúcar e biocombustíveis.

Os executivos estiveram na primeira usina sucroalcooleira em implantação no Polo, a Serpasa Agroindustrial, em Muquém do São Francisco, que deve ser inaugurada ainda este ano. Em Barra, a comitiva passou pela Fazenda São José, que irá produzir soja, milho, feijão e tomate, na Euroeste, do segmento da agropecuária, com expectativa de criação de 7,5 mil bois até o final de 2021 e na Fazenda Escola Modelo, que vai integrar educação, agronegócios, irrigação, cooperativismo e desenvolvimento socioeconômico de forma sustentável. O encerramento da visita foi na ponte que liga Barra a Xique-Xique.

“O Polo Agroindustrial fará uma revolução no semiárido na Bahia. A ponte vai interligar a região Oeste ao restante do estado. A Fazenda Escola vai proporcionar capacitação à população da região e ofertar mão de obra qualificada. Já são 28 empreendimentos, 16 em fase de implantação e 12 em análise, com potencial de gerar cerca de 60 mil empregos, diretos e indiretos, e contará com investimentos de R$ 10 bilhões”, declara João Leão. 



Ascom/Seplan


Leão diz que quer ser candidato em consenso com a base aliada de Rui


 “Eu quero ser candidato a governador da Bahia, porém tenho que convencer meus companheiros Jaques Wagner, Otto Alencar, Rui Costa, Davidson Magalhães, Lídice da Mata, todos os companheiros que estão no nosso grupo político”. A declaração foi do vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, dads durante entrevista ao programa Sete em Ponto, da Rádio Metrópole, na noite da última quarta-feira (15). O presidente estadual do PP também disse ao vereador Geraldo Jr, apresentador do programa, que o MDB “é bem vindo na base de sustentação do Governo Rui Costa”.  

“Nosso objetivo é chegar em 2022 com nosso grupo - PP, PSD, PT, PSB, PCdoB e outros que compõem nossa base aliada. O que queremos é ter perseverança e mostrar aos companheiros que o ideal seria João Leão candidato a governador”, disse o vice-governador. 

Leão afirmou ainda que o caminho que tem seguido é a busca da “amizade e companheirismo” com todos os companheiros da base política que governa a Bahia há mais de uma década.