O livre exercício da imprensa e a honra de profissionais de comunicação voltam a ser alvo de ataques virtuais e disseminação de notícias falsas no Recôncavo Baiano. Nos últimos dias, o repórter Marcius Pirôpo, do portal Pirôpo News Bahia, tem sido vítima de uma série de ataques sistemáticos, calúnias e difamações proferidas em grupos de mensagens no município de Nazaré.
Os ataques diários, concentrados em áudios, ocorrem com maior intensidade no grupo administrado pelo empresário Cléber do Som (Clebão), intitulado "NOSSA VIDA É A NOSSA TERRA NOSSA GENTE".
Ataques à Vida Pessoal e Tentativa de Silenciamento
A escalada de agressões não se limita ao campo profissional. Em uma postura de total desrespeito, a acusada passou a ultrapassar todos os limites éticos e legais, inventando inverdades inclusive sobre a vida pessoal do jornalista, expondo mentiras deslavadas na tentativa de desestabilizá-lo emocional e moralmente perante a sociedade.
Essa ofensiva ocorre em um momento estratégico. O repórter Marcius Pirôpo tem enfrentado batalhas judiciais após ser processado pelos prefeitos das cidades de Nazaré e de Muniz Ferreira, em decorrência da cobertura jornalística fiscalizadora que o portal realiza na região.
Aproveitando-se desse cenário, a senhora conhecida como Bequinha iniciou uma verdadeira cruzada difamatória. Em suas manifestações nos grupos de mensagens, ela afirma abertamente que "ficará na cola" do repórter, em uma tentativa desesperada de assassinar a reputação do jornalista. O objetivo central dessa perseguição é claro: tentar desacreditar o veículo de comunicação para barrar e desencorajar o povo de procurar a redação do Pirôpo News Bahia para fazer denúncias diversas sobre os serviços públicos e a gestão municipal.
O Perigo do Efeito Cascata: Quem Compartilha Também Comete Crime
O perigo dessas mídias reside no potencial de destruição em massa que possuem ao sair do grupo de origem. Os áudios ofensivos, carregados de inverdades, estão circulando e sendo compartilhados de forma criminosa por terceiros em outras comunidades virtuais e conversas privadas.
Especialistas jurídicos alertam que a internet não é terra sem lei e o ato de repassar conteúdo difamatório não é isento de culpa. Quem recebe um áudio sabendo — ou devendo saber — que se trata de uma mentira que ataca a honra de alguém e decide encaminhá-lo para frente, também está cometendo crime. O Código Penal Brasileiro prevê que a propagação da calúnia ou da difamação atrai a mesma penalidade do autor original, tornando o "compartilhador" um cúmplice direto da tentativa de linchamento virtual.
Histórico de Reincidência
A autora das ofensas é a senhora Vera Lúcia, a "Bequinha". Figura conhecida por tentativas políticas frustradas no PT local (onde obteve apenas 28 votos), Bequinha acumula um histórico de discórdias e diversas queixas na Delegacia Territorial de Nazaré por casos parecidos.
O Pirôpo News já acompanhou, em anos anteriores, situações em que diretores de escolas municipais registraram queixa contra a mesma senhora por caluniar professores e instituições.
Relembre o caso aqui: VEJA AQUI
A Lei Contra o Caos Digital
A tática da acusada é estratégica: cria mentiras mirabolantes para assassinar reputações e, quando confrontada, utiliza-se da vitimização de gênero para atacar a honra de homens e mulheres.
O Código Penal (Artigos 138, 139 e 140) prevê punições severas para Calúnia, Difamação e Injúria, crimes que ganham agravantes quando cometidos em redes sociais devido ao alcance amplificado. Além disso, a justiça brasileira tem avançado na responsabilização de quem produz, de quem tolera (como administradores omissos) e de quem permite a propagação de Fake News.
O jornalismo sério e comunitário não será intimidado por ataques coordenados ou tentativas de mordaça, venham elas de onde vierem. As medidas legais cabíveis, com a identificação não apenas da autora dos áudios, mas também daqueles que estão ajudando a espalhar o material difamatório, já estão sendo tomadas na esfera policial e judicial para garantir que a verdade prevaleça.
@piruponews
Denúncias: (75) 98337-6750

